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Presidente do Vitória diz que o clube vai pedir uma reunião ao Ministério da Administração Interna
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A atuação da polícia no jogo entre V. Guimarães e Sporting mereceu alguns reparos por parte de António Miguel Cardoso, presidente do emblema minhoto. Em entrevista ao 'Canal 11', o novo líder vitoriano lamentou o que aconteceu e pediu mais cuidado no futuro para que situações como aquela não voltem a repetir-se.
"Para mim é lamentável o que se passou. Os adeptos de todos os clubes têm de ser protegidos. O que se passou no sábado foi uma vergonha. Não podemos ver familias a levar filhos, pessoas a ver um jogo e a serem escorraçadas da bancada pela polícia. É um tema sensível porque mexe com a polícia, com os sócios, com os adeptos do Sporting e com a paixão. O que posso dizer é que, mal entrámos no Vitória, pedimos uma reunião com a polícia para acautelar estas situações. Prévia ao jogo e está agendada para sexta-feira. Após o jogo vamos também pedir uma reunião no MAI e na Secretaria Geral do Desporto, porque estes temas devem ser debatidos. Do nosso ponto de vista talvez seja melhor a caixa de segurança visitante estar mais distanciada daquela bancada onde temos uma claque e famílias. Vamos ver outras situações para que isto seja acautelado", referiu, explicando depois o que aconteceu para a escalada dos ânimos.
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"Os adeptos do Vitória e os do Sporting defendem os seus clubes, é normal. Mas, a partir do minuto 20, houve cânticos insultuosos para com os adeptos do Vitória. A partir de determinado momento, os adeptos do Sporting romperam as barreiras, saíram da área que lhes estava destinada. A partir daí, havendo aproximação entre adeptos, estando numa zona tão aproximada, os problemas podem surgir. A polícia, ao intervir, tem de intervir numa zona neutra e em que proteja os adeptos do Sporting e do Vitória. Não aconteceu. A polícia entrou na bancada dos adeptos do Vitória e foi o que se viu. É preciso ter cuidado. Temos de valorizar os adeptos no estádio e o espetáculo. Este tipo de atos tem de parar. Ver crianças a chorar num estádio e ver pessoas a levar bastonadas não pode acontecer", acrescentou.
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