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Presidente do Vitória diz que o jogador queria outro projeto
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A iminente saída de Rochinha para o Sporting gerou alguma surpresa entre os adeptos, mas António Miguel Cardoso diz que, no fundo, não havia volta a dar. Segundo o presidente dos minhotos, esta era a solução possível, mediante a situação contratual do jogador, que acabava contrato no final da época, e a dificuldade em levá-lo a renovar.
"A saída, que ainda não podemos dar como consumada porque há detalhes a acertar, acaba por ser inevitável fruto das circunstâncias. O jogador ir para o último ano de contrato e não foi possível renovar com ele. Além do mais, o Vitória tem de pagar as suas contas porque é um clube sério e credível. As contas caem no clube todos os dias e temos de encontrar forma de as pagar, não vamos pedir às direções anteriores", disse, a Record, assumindo que houve uma tentativa de renovação.
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"Ao longo dos últimos meses estivemos em negociações com o Rochinha para renovar contrato. A nossa intenção era que ele continuasse connosco. Percebemos que ele quisesse outro projecto, os jogadores têm a sua ambição, e não podíamios fechar-lhe agora a porta uma vez que sairia de Guimarães no final da época sem qualquer compensação para o clube", apontou.
Em cima da mesa estava outras propostas, diz António Miguel Cardoso, mas a do Sporting foi a mais vantajosa. "O negócio é o possível face às circunstâncias que já enumerei. Tínhamos outras propostas, mas a do Sporting foi a melhor que nos foi apresentada", acrescentou.
Em jeito de despedida a Rochinha, o presidente do Vitória deixou elogios à postura que o extremo teve durante os anos em que representou o clube. "É importante dizer que enquanto esteve connosco o Rochinha sempre foi um profissional muito sério, que deu o melhor pelo clube. O clube deseja-lhe o melhor possível para a sua carreira", frisou.
A saída de Rochinha, de resto, não será a última. "O Vitória vai ter de continuar a vender porque começámos o ano sem receitas. Se não temos receitas, que foram antecipadas pela anterior direção, temos de encontrar uma forma de tapar o buraco que existe para os próximos dois anos. Não há milagres. É verdade que hoje em dia estamos mais tranquilos, é importante que o mercado perceba isso. Temos propostas em cima da mesa pelos nossos jogadores, mas não vamos ceder de qualquer forma. Estamos sempre a trabalhar para defender os nossos interesses", afirmou, deixando ainda a garantia de que contratações só acontecerão mediante as vendas.
"Saindo algum jogador, temos de procuras as soluções adequadas. Temos jogadores identificados, mas só avançamos para novas contratações depois das saídas serem confirmadas. Não vão entra jogadores, enquanto outros não saírem", concluiu.
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