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Record conta-lhe a história do palco que viria a assumir papel fundamental no crescimento do clube
A 3 de janeiro de 1965, como em qualquer outro dia de jogo, o plantel vitoriano equipava-se nos velhos balneários do campo da Amorosa, antes de triunfar sobre o Belenenses (2-1). Porém, ao contrário do que indiciava a rotina, tratava-se de um dia histórico para o V. Guimarães. Era a inauguração do Estádio Municipal, entretanto renomeado D. Afonso Henriques. No dia em que se cumprem 50 anos desse momento, Record conta-lhe a história de um recinto que viria a revelar-se decisivo para alavancar o crescimento do clube, bem como a sua afirmação entre os emblemas nacionais.
A edificação da obra não foi tarefa fácil. Por imposição dos regulamentos, as formações primodivisionárias passaram a ser obrigadas a atuar em terrenos relvados. Este imperativo obrigou a que o estádio fosse construído de urgência para receber o primeiro desafio do ano. Chegado o dia da inauguração, havia apenas uma bancada central e um camarote improvisado. Só mais tarde os balneários viram a luz do dia. Os jogadores tinham de recorrer às instalações da Amorosa e percorrer uma longa rampa que fazia a ligação ao novo estádio – antes, depois e nos intervalos dos jogos.
“Lembro-me de perguntar ao Béla Guttmann, após ganharmos ao Benfica:‘Custa mais subir isto depois de uma derrota, não é?’ Quase me batia”, conta Peres, capitão da equipa que estreou o “palco do Rei”. Daniel Barreto foi outro dos protagonistas desse triunfo sobre o Belenenses. “Foi tudo construído à pressa. A relva estava boa de um lado e má do outro. Por isso, como estava molhada, falhei um atraso ao guarda-redes que lhes permitiu empatar. Levei uma bronca do treinador ao intervalo. No final, acabámos por ganhar e ele pediu-me desculpa”, lembra o ex-jogador, sublinhando que “era muito difícil passar ali”.
Na opinião de Peres, a construção do estádio “foi um passo enorme no sentido da afirmação do clube”. Fernando Roriz, presidente entre 1968 e 1969, corrobora a ideia. “Mais do que uma exigência, era uma necessidade”, assinala o ex-dirigente, que à data assumia a função de tesoureiro. “Só foi possível graças à colaboração da câmara municipal e à recolha de donativos. Toda a cidade contribuiu”, relembra.
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