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A revolução encetada por Nuno Assis no segundo tempo foi crucial para a conquista por parte do Vitória de Guimarães do XXXIV Troféu Ciudad de Vigo. Surpreendidos por um livre “à Zahovic”, os minhotos fartaram-se de trabalhar, mas só na recta final do encontro conseguiram a ansiada igualdade que adiou a decisão para os pontapés da marca de grande penalidade. Aí, um erro de Contreras deixou tudo para Nuno Assis decidir. O médio, inspirado, carimbou o 6-5 e deu início a uma festa entre os jogadores da equipa portuguesa e algumas dezenas de adeptos que compareceram em Vigo para dar o seu apoio.
De qualquer forma, e apesar da alegria final, nem tudo foi proveitoso para Manuel Machado. O bloco do primeiro tempo não esteve mesmo nada bem. Nessa fase do jogo, o Vitória não conseguiu executar um único remate à baliza dos espanhóis, contribuindo decisivamente para um espectáculo deprimente.
Felizmente que o segundo tempo trouxe outra música ao palco dos Balaídos. Nuno Assis, claro, mas também a velocidade de Marco Ferreira e o poder de choque de Silva mudaram o cariz do encontro. O Celta meteu algumas das suas melhores pedras, como o português Capucho, e num ápice as oportunidades começaram a surgir em qualquer das balizas.
Palatsi ainda fez duas ou três intervenções de mérito, mas do outro lado do campo faltava um pouco de acerto para que a igualdade acontecesse. É que o golo de Nagore, sofrido de forma inglória, ameaçava deixar os minhotos com o desgosto de uma derrota que não mereciam. Isto até que Assis desencantou a igualdade.
O árbitro, Ignácio Villanueva, manobrou os critérios e levou Manuel Machado ao desnorte.
Popularidade de Capucho
Não há dúvida de que Capucho caiu no goto dos galegos. O extremo recebeu uma ovação pelo simples facto de se levantar no banco para se preparar para entrar na partida. Quando se dirigia para a grande área no sentido de apontar uma grande penalidade, o público voltou a reagir de forma efusiva. Depois de bater Palatsi, Capucho ainda brincou com Marco Ferreira, seu antigo companheiro no FC Porto. Durante o jogo, porém, e tirando uma pequena picardia com Alexandre, Capucho foi discreto.
Bom apoio ao Vitória
A relativa importância do XXXIV Troféu Ciudad de Vigo fazia prever uma maior assistência do que a verificada em Balaídos, que nem atingiu as cinco mil pessoas. De Portugal, deslocaram-se algumas dezenas para apoiar o Vitória, com especial destaque para a claque White Angels, que só entrou na bancada perto da meia hora de jogo, mas fez-se ouvir através dos seus cânticos característicos. No final, o grupo vitoriano celebrou a conquista dirigindo-se aos seus apaniguados.
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