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Treinador do V. Guimarães na antevisão ao jogo de sábado (20h30) no António Coimbra da Mota
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Luís Pinto já fez a antevisão do embate com o Estoril, da 19ª jornada da Liga. A partida está marcada para as 20h30 deste sábado e terá lugar no Estádio António Coimbra da Mota.
A derrota com o FC Porto abalou o crescimento da equipa ou sente confiança para a visita ao Estoril? "A derrota tem essas duas vertentes. Tem a vertente de ter sido uma boa exibição da nossa parte e em que demonstramos crescimento competitivo. Por outro lado, tem a questão de que não termos somado pontos e aquilo que nós queríamos era obviamente ganhar e na pior das hipóteses conseguir somar. Não foi possível. Agora a resposta que nós dermos, a resposta que vamos dar amanhã é que ditará se abalou ou não o grupo porque a forma como a equipa esteve diz-nos que estivemos num patamar altíssimo. A forma como a equipa vai estar amanhã irá dizer-nos se estamos a ter a capacidade disto já se tornar identidade, ser uma coisa que já é nossa e esse é um ponto de crescimento que nós vamos querer avaliar, obviamente".
A vitória expressiva do Estoril frente ao Estrela da Amadora deixou o Vitória ainda mais em alerta? "A imagem que tenho da equipa do Estoril é de uma equipa muito capaz. É uma equipa que do ponto de vista ofensivo consegue criar problemas muito diferentes aos adversários. Na minha opinião, o Estoril foi a equipa que causou mais dificuldades ao FC Porto no Dragão. E isso já diz muito do que o Estoril é capaz de fazer. Este resultado contra o Estrela, a mim, enquanto treinador, não me deixa mais alerta porque já reconheço mesmo muita qualidade".
O Estoril tem quase o dobro dos golos marcados pelo Vitória. Isso assusta? "Não digo que assuste. É um dado que gostava de ter do nosso lado. É um dado que gostava de ter e é um dado que acredito que nós estamos a trabalhar no sentido de conseguir aproximar-nos dessa meta, conseguir materializar mais aquilo que nós estamos a ser capazes de produzir dentro de campo. Acredito mesmo que a equipa tenha capacidade para poder tornar-se muito mais acutilante e materializar ofensivamente. Mas isso é mais um dado que nos coloca respeito e que nos diz que nós temos que estar altamente competitivos para podermos trazer a vitória do Estoril".
As duas equipas estão separadas por apenas dois pontos… "Eu prefiro olhar para a tabela de uma forma muito própria, o que me interessa sempre é o jogo seguinte e nós podermos somar três pontos. A Liga está de tal forma competitiva, que se nos focarmos muito naquilo que são as contas depois acabamos por perder o foco no mais importante que é o nosso dia-a-dia, a nossa forma de estar, a nossa forma de trabalhar sempre com um objetivo de ganhar.
A baixa do Beni é significativa em função de tudo o que tem dado à equipa? "Acredito que a baixa do Beni tenha esse maior peso, agora do ponto de vista daquilo que são as nossas opções também acredito que temos solução mais que preparadas para dar resposta a essa baixa do Beni. Os jogadores do meio-campo têm dado uma resposta muito boa. Temos tido a felicidade de podermos mudar, tanto jogando o Sousa ou o Mitrovic, ora subindo o Gonçalo Nogueira para a posição que tem sido mais do Samu. Temos tido a capacidade de jogar um bocadinho com as peças e os jogadores todos, por isso acredito que vamos estar preparados para colmatar a ausência".
O Opara já está preparado para ser opção? "Ainda está no processo de maturação, daquilo que é a a integração, no perceber das dinâmicas da equipa. Esta semana deu passos em frente naquilo que diz respeito à forma de jogar da equipa".
Tony Strata deixou o ultimo jogo com queixas... "O Tony Strata está apto. O que mais destaco é o à vontade com que ele compete, seja em que contexto for. Fez muitos jogos com tenra idade na 2ª Liga francesa, que é muito exigente do ponto de vista físico e competitivo. É um jogador super tranquilo, muito trabalhador, algo muito importante para ter no plantel".
Está prevista a entrada de mais reforços? "Se não houver grandes alterações não me parece que seja muito necessário pensar em reforçar. Estamos alinhados com a direção. O mais importante para mim é olhar para este momento da época e sentir que temos jogadores que dão garantias e variabilidade na forma de jogar da equipa. O Vitória começou por ser muito criticado pelo plano, pelo projeto, mas estou feliz por perceber que o que precisamos para ter um plantel competitivo está dentro de portas".
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