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Manuel Almeida oficializou ao final da tarde de ontem, na Pousada de Santa Marinha da Costa, a sua candidatura à presidência do Vitória de Guimarães. Na plateia, convidados, jornalistas e associados.
O candidato, de cachecol aos ombros, passou um olhar pelas linhas estratégicas da sua candidatura que contemplam o “urgente” saneamento financeiro (serão precisos cerca de dois milhões de euros no próximo mês); a profissionalização da estrutura humana do clube a “curto prazo”, enquanto o futuro próximo, prevê, em caso de eleição, uma aposta na formação e dinamização das restantes modalidades, bem como a constituição de uma SAD, com a maioria do capital a pertencer ao Vitória, entre outras tarefas. “Já andamos há quatro meses no Vitória e é bastante preocupante a realidade do clube. Mas temos uma estrutura financeira montada para ajudar a salvar o Vitória”, disse, com garantia.
Jogadores
Dinis Monteiro, homem-forte do projecto, registou a particularidade de haver vários jogadores em final de contrato, muita indefinição e outros com base legal para poder desertar, focando, e “só como exemplo”, Nuno Assis. “Há vários jogadores que podem rescindir contrato. Têm quase três meses de ordenados em atraso. Já reunimos com a maioria dos jogadores para esperarem um pouco, para controlar a situação. Só podemos fazer contratos-promessa, pois não somos entidade empregadora. É claro que há um treinador apalavrado e uma estrutura delineada”, disse. “O nosso treinador quando se sentar à nossa mesa sabe que terá de lutar pela Taça UEFA. Se o Vitória não fosse candidato a qualquer coisa não estava aqui a dizer”, frisou ainda Dinis Monteiro, desejando que o clube “um dia ganhe o título”, concluiu.
Luta de primos
Manuel Almeida foi confrontado com o facto de ter de medir forças frente a Vítor Magalhães, um familiar. “Primo? Têm de perguntar à minha mãe”, disse, arrancando uma salva de palmas dos muitos presentes. “Somos primos, talvez em terceiro grau. Não lavo roupa suja sobre ninguém. Não sou rival de ninguém, apenas um candidato. Tenho uma causa: trabalhar pelo Vitória. Sinto-me apoiado pelos sócios. Venho crescendo”, explicou.
Alfinetadas
E lembrou que foi falar com Vítor Magalhães, o seu rival. “Disse-me que a mulher estava muito doente. Estava à espera que lhe pedisse mais um bocadinho para se candidatar”, ironizou, enquanto Dinis Monteiro recordou as conversações para registar que “entre várias soluções, abdicamos do lugar da presidência. Oferecemos o lugar para safar o Vitória. Não queríamos o lugar e procuramos sempre o consenso até ao fim. Estamos aqui porque queremos. A candidatura avançou de modo próprio e não é partidarizada. Desafio-vos a olhar para a outra candidatura”, atirou.
"Vitória com ambição" é o lema
“Vitória com ambição” e “um clube de todos” serão os “slogans” programáticos da campanha. Manuel Almeida, de resto, já se apresentou ladeado de algumas personalidades da sua lista como Borbon Moreira (presidente Assembleia Geral), Pedro Miguel Carvalho (presidente Conselho Fiscal) e Dinis Monteiro (director de campanha). Almeida, no final, pousou ao lado de Manuel Rodrigues.
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