Nélson Oliveira: «Quando cheguei aqui vinha dos piores meses da minha carreira...»

Ponta-de-lança diz-se "eternamente grato" aos minhotos

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Nélson Oliveira após a renovação de contrato
Nélson Oliveira após a renovação de contrato • Foto: Vitória SC

Nélson Oliveira renovou com o Vitória por mais uma época, até junho de 2026, e não poderia estar mais feliz por continuar de rei ao peito. O ponta-de-lança sente-se em casa em Guimarães e só pensa em continuar a ajudar o clube a "crescer com vitórias".  

Em casa: “Fui muito bem recebido neste clube e sinto-me bem aqui. Esta renovação é um passo normal. Sinto-me muito feliz e honrado por continuar a vestir esta camisola”.

Momentos marcantes: “Vivemos muitos bons momentos. E foram bem mais esses do que aqueles momentos menos felizes. Retive por exemplo o jogo que fizemos em Arouca, no fecho do campeonato da época passada. Graças a essa vitória batemos o recorde de pontos na Liga; foi um momento histórico para o clube e até tive a felicidade de marcar nesse jogo. Terminámos essa época em beleza. Já nesta época começámos muito bem na Liga Conferência e fomos longe nessa competição. Depois também ficou na memória o nosso triunfo no dérbi disputado em Braga. Correu-me muito bem e a equipa também fez um grande jogo, onde não ganhávamos há algum tempo. E poderia enumerar outros momentos porque de facto têm sido vários os bons momentos neste clube. Lembro-me também do recorde de vitórias consecutivas ou da nossa invencibilidade na UEFA”.

Acima das expectativas: “Quando cheguei as expectativas eram elevadas. Por ser natural de uma terra próxima de Guimarães, sempre tive bem presente a paixão dos adeptos do Vitória. E se calhar essas expectativas até foram superadas e, naturalmente, os resultados ajudaram. Este clube tem adeptos fantásticos e uma grande dimensão, e com margem para crescer”.

Carreira reabilitada: “Ficarei eternamente grato ao Vitória. Quando cheguei ao clube, vinha dos piores três meses da minha carreira. Não fui nada feliz na Turquia, tanto pessoalmente como profissionalmente. E fui muito bem recebido por um grupo muito bom, do qual saíram já alguns jogadores e outros ainda vão sair devido à sua qualidade. Foram espetaculares comigo, receberam-me de braços abertos, permitindo que eu fosse mais um desta família. Por outro lado, a Direção do clube e o staff da equipa também me deram tudo aquilo que eu precisava. Fui recebido de uma forma espetacular. Espero que este casamento continue desta forma, com vitórias e o clube a crescer, atingindo todos os seus objetivos. Sempre pensei mais no coletivo do que nos louros individuais e sinto que vamos conseguir cumprir esse plano”.

O segredo da equipa: “Há um equilíbrio entre os jogadores jovens e os mais experientes. Alguns jovens estão no clube há vários anos e depois temos outros mais batidos, como o Tiago Silva, o Bruno Varela, o Mikel Villanueva… e eu, embora sem estar há tanto tempo no clube. Esses atletas estão conjugados com juventude irreverente, a despontar e que quer progredir na carreira. Mas isso não quer dizer que os mais velhos têm menos ambição. Alguns dos mais jovens já foram vendidos e outros também poderão sair por causa do seu valor e talento. Mas essa mescla de atletas tem funcionado muito bem. Os mais novos acabam sempre por beber da nossa experiência, a vida é mesmo assim”.

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