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CEARÁ e Jardel são os novos embaixadores do Estado do Ceará. Mirandinha, um craque da selecção “canarinha” que jogou no Newcastle e Palmeiras, é a figura de proa dos futebolistas nascidos no Ceará.
O ponta-de-lança do Vitória de Guimarães chama-se Fabrício da Costa Bento. A alcunha (nome do estado de onde é natural) ganhou-a quando foi jogar para o Rio Grande do Sul, onde ainda hoje tem um irmão alistado no exército. “Vejo os jogos do futebol português e o nome Ceará no ‘time’ de Guimarães despertou-me a atenção. Agora sei que é dos nossos, que, por caso, até se trata de um óptimo jogador, mas desconhecia em absoluto”, admitiu a Record Kilmer Campos, jornalista desportivo de uma rádio de Fortaleza.
Mas aos 15 anos Ceará era conhecido por “limoeiro”. Estava em Fortaleza, capital do estado, a jogar no Ferroviário. Daniel Baratinha era o treinador e colocou a alcunha porque Ceará nasceu em Liomeiro do Norte.
Jardel também jogou no Ferroviário, clube que divide com o Ceará e o Fortaleza a utilização do Estádio do Castelão, cuja capacidade actual é de 80 mil espectadores. No Brasil os dois cearenses nunca foram adversários. Nem mesmo no Rio Grande do Sul quando representava o Grémio de Porto Alegre e Ceará o Bento Gonçalves das divisões inferiores.
Jardel deixou o Ceará em 1989 para reforçar o Vasco da Gama. Começou a assim a nascer aquele que é considerado o “maior ídolo nordestino” da actualidade.
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