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Treinador defendeu prestação do grupo apesar de a Europa estar mais distante...
As últimas jornadas deixaram em Rui Vitória uma sensação de vazio pela incapacidade de aliar, às exibições de qualidade que a equipa produziu, os resultados mais desejados. A boa réplica oferecida a Benfica, FC Porto e Marítimo traduziu-se em apenas um ponto, curto para uma equipa que ainda alimenta o sonho de alcançar os lugares europeus. Farto de vitórias morais, o treinador está determinado em apresentar a fatura ao próximo adversário:o Paços de Ferreira.
“Lutamos sempre para somar os três pontos, acima de tudo. Temos muita vontade de vencer, porque achamos que as últimas prestações foram agradáveis, mas os resultados não. Nesse sentido, temos a ambição de repor um pouco a verdade do nosso trabalho”, começou por frisar Rui Vitória, na antevisão da receção aos castores. Ciente de que o adversário de amanhã “está mal na tabela”, o técnico avisou o plantel de que “a luta pelos pontos faz, muitas vezes, transcender o rendimento” das equipas mais aflitas.
Pese embora ter retirado “dados positivos” dos últimos desafios, Rui Vitória considerou que “tem faltado sorte mas também eficácia” aos seus jogadores. “É algo que só se resolve com trabalho. Os jogadores têm de acreditar e de ser mais fortes naquela zona de decisão, porque, do ponto de vista da qualidade do jogo, a equipa tem estado bem. Cremos que é este o caminho, se melhorarmos a eficácia e se não cometermos erros”, vincou.
Sem pressão
O treinador, de 43 anos, saiu em defesa do plantel que considera injustiçado sempre que lhe exigem a qualificação para a Europa. “Sou o primeiro a querer os títulos e os sucessos, mas também acho que de certa forma é desconfortante para este grupo de trabalho, que tem feito muito pelo presente do clube, que se esteja constantemente a abordar esta questão. Se não foi normal nos últimos anos o V. Guimarães garantir a qualificação, quanto mais agora que temos mais dificuldades e que houve um desinvestimento no futebol”, esclareceu Rui Vitória.
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