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Nada do que o jogo ofereceu inibiu o Vitória de jogar como sabe e manter ambição até final
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Um jogo carregado de conteúdo tático, entre duas equipas que sabem sempre o que querem, interpretam na perfeição o sentido estratégico definido pelos seus treinadores e possuem intérpretes de eleição, esteve na origem de um espetáculo muito interessante. Não por magia e golos, mas pela organização e consistência reveladas pelos dois contendores. O marcador esteve sempre em aberto, porque o Sporting não materializou a superioridade cavada na maior parte do jogo e o V. Guimarães nunca perdeu o norte, mesmo quando esteve por baixo e à mercê da maior capacidade alheia. O Vitória chegou a Alvalade com uma ideia mas o Sporting roubou-lha; quis ter a bola e montar o palco do jogo no meio campo contrário, mas viu o adversário negar-lhe a intenção; dispôs-se a atacar e ser atrevido mas o campeão não colaborou com os intentos, tomou a iniciativa e deu ao duelo uma fisionomia contrária às intenções minhotas.
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