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A simplicidade com que Tomané fez, aos 59’, o 3-1, abalou a confiança da Briosa. É verdade que ainda havia tempo, mas a missão passou a ser muito mais difícil...
Fosse sempre esta a atitude das equipas em Portugal e, muito provavelmente, a realidade do futebol também seria outra. Com o olhar na baliza adversária, Académica e V. Guimarães proporcionaram um excelente espetáculo no Estádio Cidade de Coimbra, adotando uma estratégia de ataque, sempre apoiada na qualidade individual e coletiva das duas equipas. Resultado: 90 minutos de bom futebol, capaz de prender os adeptos ao jogo.
Confira o direto do encontro .
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Com um enredo bastante rico, foram os minhotos os maiores protagonistas do espetáculo, ainda que a Briosa tenha sido... isso mesmo, Briosa. E até entrou melhor no jogo. Pedro Nuno, um dos destaques nos capas negras, testou, aos 10’, a atenção de Douglas, guardião que foi outro dos elos fortes da noite, e que viu Nuno Piloto, um minuto depois, rematar em posição privilegiada, mas por cima. Pouco depois, a resposta dos minhotos, com Josué a rematar, após erro do central João Real, corrigido pela enorme defesa do guardião Lee.
O jogo pedia golos e eles chegaram ainda na 1.ª parte. Primeiro para os visitantes, aos 34’, com Ricardo Valente, em zona frontal, a fazer a bola entrar na baliza dos estudantes, após desviar em Iago. Só que, e tal como acontecia nas bancadas – sempre muitos animadas com a rivalidade entre os adeptos – as forças equivaleram-se pouco depois, com um dos momentos do jogo. Esgaio (que qualidade!) encontrou Pedro Nuno na direita, que mostrou arte e engenho para simular e, depois, restabelecer o empate no marcador.
Eficácia decidiu
Com a mesma receita da primeira parte, que tão bons resultados tinha dado, as duas equipas voltaram dos balneários decididas a prestar um novo serviço de excelência ao futebol. Só que aqui entrou outro fator: a eficácia. A verdade é que o V. Guimarães marcou nas primeiras duas ocasiões que dispôs – Otávio e Tomané assinaram os golos –, ganhando uma vantagem que já não mais perdeu.
E porque os grandes espetáculos têm finais de qualidade, Ivanildo, aos 69’, e Ricardo Valente (que assim bisou), em cima do minuto final, fecharam as contas do encontro.
Momento
A simplicidade com que Tomané fez, aos 59’, o 3-1, abalou a confiança da Briosa. É verdade que ainda havia tempo, mas a missão passou a ser muito mais difícil.
Número
1 - vitória apenas da Briosa em Coimbra: 2-1, com o Nacional, à 25.ªjornada. Os estudantes foram, no entanto, os reis dos empates: 12 em casa e 5 fora.
O HOMEM DO JOGO
Otávio. Ofutebol do V. Guimarães ganha outra dimensão sempre que o brasileiro pega na bola. E mesmo que o jogo aéreo não seja o seu forte – tem apenas 1,71 m –, foi dessa forma que marcou o 2-1, momento que catapultou a sua equipa para a vitória.
ÁRBITRO: Marco Ferreira
Exibição personalizada. Poucas vezes se deixou enganar pelos jogadores. Exímio no capítulo técnico, tentou adiar a ação disciplinar. Quando foi necessário, puxou bem pelos cartões amarelos.
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