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Ao esplendor da águia na primeira parte, o leão respondeu com meia hora final ‘à campeão’. O jogo foi espetacular. Merecia estádio cheio
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Um grande jogo de futebol, intenso, com momentos brilhantes, grandes golos e incerteza no marcador. Foi um dérbi de sonho, no qual se defrontaram o principal favorito ao título e o novo campeão; um a tentar despedir-se com um sorriso de uma época que não lhe correu bem, o outro a tentar o feito inédito de ganhar o campeonato sem derrotas. O jogo foi espetacular, daqueles que mereciam estádio cheio e o extravasar das boas emoções que o dérbi eterno sempre suscita. As equipas jogaram à vez: primeiro o Benfica, assinando uma primeira parte fantástica, na qual conjugou todos os elementos necessários para atingir nível elevado na estética apresentada (três golos apontados); depois o Sporting, quando se reorganizou com Palhinha e João Mário e reagiu a um resultado desfavorável e incómodo (1-4), reerguer-se como campeão e criar a dúvida (3-4) final. O risco para chegar ao empate foi tão grande que, em abono da verdade, a imagem derradeira mostrou um Benfica mais perto do quinto golo do que o Sporting do quarto.
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