Moreirense-Benfica, 1-2: Ouro estava no banco

Já se adivinhava que Bruno Lage apostaria na equipa mais rotinada dos últimos tempos (Champions à parte)...

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• Foto: Lusa

Um Benfica pouco esclarecido de ideias teve de esperar por várias alterações do seu treinador e pelos derradeiros seis minutos para dar a volta a um Moreirense (com muito mérito) em vantagem desde o início da segunda metade e conseguir um triunfo muito, mas mesmo muito suado, que tem toque de muito imerecido para a equipa de Vítor Campelos. Mas nestas coisas do futebol, especialmente quando se tem ouro de lei no banco, o que fica para memória futura é o resultado. E mesmo reconhecendo-se que Rafa remou sempre contra o negativismo global da equipa, e que foi do pé direito de Rúben Dias que saíram os dois despejos de que resultariam os dois golos encarnados, Gedson, pela dimensão ofensiva que conferiu ao campeão, e Jota, pelo cruzamento preciso para a cabeçada vitoriosa de um suíço exuberante, ficam na história desta vitória em cima da hora.

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