O FC Porto-Aves visto à lupa: Brahimi a (des)complicar

Argelino obrigou Sérgio Oliveira a trabalhos forçados mas ajudou a resolver

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Em Aveiro, num jogo que se revelou de dificuldade mais elevada do que o expectável, a equipa de Sérgio Conceição voltou aos troféus. Não foi uma 1.ª parte marcada pelo esperado mar azul. O FC Porto sentiu muitas dificuldades para ligar o jogo nesse período, essencialmente porque colocou muitos elementos à frente da linha da bola, bem próximos do sector defensivo do Aves, e a distância entre quem iniciava a construção – os defesas e um dos médios (Herrera ou Sérgio Oliveira) que baixava – para os restantes colegas era demasiada. [3]

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