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Autogolo, expulsão e 2-0, tudo em pouco mais de 5 minutos, decidiram jogo marcado pelo equilíbrio
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Um jogo quase sempre interessante, intenso, bem disputado, que deu protagonismo aos guarda-redes e gerou a sensação de desperdício de um lado e de outro, teve uma decisão tardia e pouco ortodoxa. Antes de fazer alarde da superioridade, traduzindo-a no marcador, o Benfica contou com a ajuda alheia; só depois do golo de Riccieli na própria baliza, aos 72 minutos, e da expulsão de Otávio, aos 74’, o campeão viu as musas da inspiração acordarem, momento selado pelo grande golo de Rafa, aos 77’. O resultado foi construído como um tornado a passar pelo relvado da Luz, em pouco mais de cinco minutos, com três factos determinantes a bafejarem a equipa que, analisando o duelo em toda a sua extensão, se revelou mais capaz. Isto sem omitir a boa prestação famalicense, através de uma equipa organizada, com as ideias no lugar, atitude sempre positiva, atrevida e que criou no reduto do campeão oportunidades suficientes para de lá não sair a zero.
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