A crónica do Rio Ave-Sporting, 1-2: Jamor no tempo e no momento

Leões tiveram sempre o jogo controlado, mesmo quando o Rio Ave deu um fugaz sinal de vida

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Gyökeres marcou na segunda mão da meia-final da Taça de Portugal, contra o Rio Ave, em Paços de Ferreira
Gyökeres marcou na segunda mão da meia-final da Taça de Portugal, contra o Rio Ave, em Paços de Ferreira • Foto: José Gageiro/Movephoto

O cântico que embala a esperança dos adeptos do Sporting, por estes dias, é uma adaptação da 'Canção de Engate', de António Variações. Foi esse o tema que se ouviu ontem nas bancadas em Paços de Ferreira, quase do princípio ao fim, enquanto dentro das quatro linhas a equipa mostrava total sintonia com a música ambiente: o Jamor chegou no tempo e no momento certos, com uma vitória tranquila, sem sobressaltos, depois de um jogo que esteve sempre controlado, mesmo quando o Rio Ave, inconformado, vencido mas não convencido, deu um fugaz sinal de vida, com uma bola na trave (Pohlmann, aos 64') logo seguido do golo de honra na eliminatória (marcado por André Luiz, aos 66').

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