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Foi fácil e tranquila a passagem do Farense à quinta-eliminatória da Taça de Portugal, frente a um adversário da III Divisão série D. O Estrela de Portalegre apresentava a credencial de 10 vitórias em dez jogos de campeonato
A DESCOORDENAÇÃO do Farense no quarto de hora inicial deixou uma ideia bem diferente da goleada que sofreu (1-5) frente ao E. Portalegre, da III Divisão, que ainda não perdeu em dez jogos de campeonato realizados. Contudo, um golo de Cavaco aos 17 minutos, com a defesa alentejana a dormir sobre as facilidades iniciais, permitiu aos visitantes abrirem um champanhe de rolha fácil numa tarde que acabou em festa algarvia. Uma arromba de golos, boa para quem assistiu, quem sabe derradeira para o treinador Alberto Pazos, e adequada à iniciativa do Estrela em jogar aberto numa partida de valores desiguais.
Goleada gorda, com um tento de resposta a dois minutos do fim, que releva a disparidade de condições desportivas e de qualidade técnica, apesar da alergia de Ferreira pela baliza contrária, que só marcou de “penalty”, e da ausência de Hassan, no banco a pensar com certeza mais na refeição que o Ramadão o obriga a tomar à noite.
Para Alberto Pazos terá sido o jogo de despedida, apesar de faltar conhecer a opinião dos novos gestores da SAD que devem tomar os comando do futebol do Farense ainda esta semana. E que despedida, pelo menos no que respeita à quantidade de golos.
Elogio aos golos
Marcou primeiro o Farense, por Cavaco (17’), que aproveitou muito bem a desconcentração da defesa contrária para atirar devagar para o fundo da rede. Depois muito bem Carlos Costa, de cabeça (21'), a confirmar o terceiro cruzamento de Roberto na partida (o primeiro acertado). Ferreira fez de “penalty” (30') e fartou-se de falhar, José Monteiro precipitou-se e fez auto-golo após cabeceamento de Fernando Porto, Bruno Mestre marcou o último do Farense (68') e Cascavel fez o golo de honra (88') num remate à entrada da área.
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