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As 31 freguesias do concelho do Marco de Canaveses, de Soalhães a Rio Galinhas, estiveram representadas nas bancadas dos dragões, onde 4.000 adeptos da equipa de vermelho fizeram a festa. Um facto significativo, se tivermos em conta que estamos a falar de uma terra com 53 mil habitantes...
A mancha vermelha que se viu bem no Dragão não intimidou, porém, um FC Porto com recente trauma da respectiva cor. Nem era caso para isso. A diferença de qualidade foi evidente praticamente desde o primeiro toque na bola.
Se for permitido falar de equilíbrio, tal apenas diz respeito aos números do marcador, que só avançou graças a um rasgo de Ivanildo, um dos jogadores menos utilizados do plantel portista e que fez, e muito, por merecer esta oportunidade. Só ele foi realmente terrível – a espaços, acompanhado por Alan –, num dragão que colectivamente nunca forçou a nota, nem quando jogou 23 minutos com mais uma unidade, devido à expulsão, injusta, de um médio marcoense.
Novo "chip", velhos hábitos
Mudou o ambiente competitivo para o FC Porto e mudou Adriaanse também o “chip”, trocando o futebol directo do 4x4x2 que deu resultados com o Inter e com o Nacional por um 4x3x3 de novo com Diego investido nas funções de “playmaker”. O brasileiro andou apenas por ali, valendo à equipa da casa a agressividade dos 2 alas, Alan (na direita) e Ivanildo (na esquerda), enquanto McCarthy apenas picava o ponto.
Respondia o Marco, 11.º classificado da Liga de Honra, com 4 homens no meio-campo. Vieirinha – um dos jogadores emprestados pelo FC Porto – e Thiago andavam à pesca de uma bola que aparecesse por ali e que lhes proporcionasse uma oportunidade. Mas a defesa portista esteve sempre muito concentrada e, embora tenha permitido muito cantos, raramente estremeceu em lances de futebol corrido.
Para memória futura fica sobretudo um raide de Matheus, logo aos 3’, que terminou com o avançado a conseguir passar a bola pelo guarda-redes Paulo Ribeiro, mas sem conseguir dar-lhe velocidade e assim permitindo o corte de Pedro Emanuel.
Ainda para registo uma bola desviada de cabeça por Bruno Ferraz, na sequência de 1 canto, também na primeira parte, período durante o qual o Marco resistiu melhor ao impacto da mais- valia portista. Depois, as resistências foram baixando, assim se provando que entre a Liga e a Liga de Honra há claras diferenças de andamento.
Outra vez em 4X2X4
Adriaanse, mesmo em vantagem ao intervalo, nunca ficou satisfeito com a diferença mínima. Deixou Ibson e Diego no balneário e esticou a sua equipa, voltando ao 4x2x4, com Hugo Almeida ao lado de McCarthy e Raul Meireles numa boa parceria com Paulo Assunção.
Não se pode dizer que o futebol portista melhorou muito mas, pelo menos, subiu 2 ou 3 pontos em competitividade. Com 2 pontas-de-lança apontados à sua baliza, a defesa do Marco recuou alguns metros e o contra-ataque passou apenas para o plano teórico.
Hugo Almeida tem uma mão-cheia de ocasiões mas não consegue acertar com a baliza, já com o Marco demasiado fragilizado, pela erosão do jogo e pela expulsão de um dos seus jogadores. Os seus adeptos, briosos, é que nunca desistiram. Magníficos!
Árbitro – João Vilas Boas (1)
Muitos erros de apreciação e uma expulsão escusada que fragilizou a equipa visitante, ainda com muito tempo para jogar.
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