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Quebra na rede de energia ditou que muito do encontro fosse 'às escuras'
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O Académica-P. Ferreira, que fechou a 3.ª eliminatória da Taça de Portugal e terminou com a vitória dos estudantes no prolongamento por 2-1 - foram a quinta equipa a fazer tombar um conjunto do principal escalão nesta ronda -, viveu momentos surreais. Desde logo o tempo que durou a partida: cerca de três horas e um quarto, fruto das oito (!) interrupções motivadas pelas quebras de energia provocadas pelos incêndios que lavram no distrito de Coimbra.
Tal resultou em 29 minutos de tempo extra, excluindo aqui a compensação... sobre a compensação. Efeitos dos muitos fogos que têm fustigado o país e que até a festa da Taça afetaram. De resto, mesmo após os reatamentos as duas equipas atuaram largos minutos com défice de iluminação no Municipal de Coimbra. O golo do triunfo da Briosa, por exemplo, foi apontado por Marinho nessas circunstâncias.
A Record, fonte oficial explicou o que motivou os sucessivos 'apagões' parciais: "Existem diversos picos diferenciados de energia no abastecimento da cidade, inclusive do estádio. Tal fenómeno faz com que aconteça a intermitência na corrente, que por vezes leva a que partes dos focos se apaguem, sendo os mesmos repostos manualmente."
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