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Onze de André Villas-Boas apresentou-se na capital com dois golos de desvantagem...
O triunfo por 3-1 na Luz, após derrota caseira por 2-0, na eliminatória com o Benfica, marcou a caminhada do FC Porto rumo à final da edição 2010/2011 da Taça de Portugal.
A 20 de abril, o onze de André Villas-Boas apresentou-se na capital com dois golos de desvantagem e poucos acreditavam na reviravolta, mesmo tendo em conta que, 17 dias antes, os portistas haviam assegurado o título no mesmo local, com um triunfo por 2-1.
O Benfica entrou a controlar e chegou ao intervalo com o resultado que desejava, o nulo, que ainda conseguir levar para lá dos 60 minutos, mas, de repente, os azuis e brancos gelaram a Luz, com três golos de rajada.
João Moutinho, que raramente fatura, inaugurou o marcador, aos 64 minutos, o brasileiro Hulk, em posição irregular, igualou a eliminatória, aos 72', e, aos 74', o colombiano Falcao materializou a reviravolta.
Em 11 minutos, os portistas passaram da necessidade de marcar dois golos para a situação tranquila de só sofrendo outros tantos ficarem pelo caminho.
O paraguaio Oscar Cardozo ainda reduziu, aos 80 minutos, numa grande penalidade duvidosa, mas o FC Porto conseguiu segurar o 3-1 e qualificou-se mesmo para a sua 28.ª final da Taça de Portugal.
Para trás ficou o desaire caseiro por 2-0, a 2 de fevereiro, no Estádio do Dragão, onde o Benfica foi claramente superior, vencendo com golos madrugadores de Fábio Coentrão (seis minutos), que seria expulso, e do espanhol Javi Garcia (26').
De resto, o percurso do FC Porto rumo ao Jamor foi muito tranquilo, com quatro eliminatórias frente a outras tantas equipas de escalões secundários, uma da Liga Orangina, duas da segunda divisão e uma da terceira.
Ainda assim, o FC Porto teve alguns problemas para vencer no reduto do Moreirense (Liga Orangina), na quarta eliminatória, chegando ao golo apenas aos 75 minutos, por intermédio de Falcao, que começara no banco.
Nos quartos de final, em casa, face ao Pinhalnovense (II divisão), o jogo também não foi tão fácil como esperado, valendo o brasileiro Hulk, que na parte final conseguiu marcar dois golos (78' e 90'+2).
Os embates caseiros com Limianos (III divisão), na terceira ronda, e Juventude de Évora (II), na quinta, não tiveram história, com triunfos por 4-1, com hat-trick do brasileiro Walter, e 4-0, respetivamente.
No total, o FC Porto somou cinco vitórias e uma derrota, com 14 golos marcados e quatro sofridos, sendo Walter o melhor marcador (quatro tentos) e o lateral direito romeno Sapunaru quem mais jogou (516 minutos).
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