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Mário Ferreira acredita, no entanto, que a sua equipa pode chegar ao Jamor
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O treinador do Fafe, Mário Ferreira, acredita que a sua equipa pode chegar ao Jamor. Depois do empate (1-1) na 1ª mão, o clube da Liga 3 defronta o Torreense, na 2ª mão, esta quinta-feira, pelas 20h45.
Os fafenses vão contar com o apoio de cerca de 420 adeptos em Torres Vedras, depois de terem esgotado os bilhetes disponibilizados para esta partida.
Como está a equipa a viver este jogo quando representa um concelho que deseja ir ao Jamor pela primeira vez? "É um trajeto muito positivo, histórico, que une gerações em volta de uma cidade e de um clube. A equipa está motivada para fazer o jogo da melhor forma possível".
O facto da equipa já ter garantido a manutenção aliviou a pressão para este jogo? "A verdade é que não estávamos a contar ter a manutenção garantida, é sempre melhor, foi uma semana mais tranquila, com menos ansiedade. Não temos ausências por lesão para este jogo, temos o plantel na máxima força".
Como é que olha para este jogo da 2ª mão? "Há um favorito e o favorito é o Torreense. Temos de ser sérios e perceber que estamos numa divisão inferior. O favoritismo é deles, cabe-nos, neste cenário, olhar para o plano estratégico e procurar contrariar o favoritismo que é do clube da Liga 2 e está a lutar pela subida de divisão".
Que Torreense espera para esta 2.ª mão? "Um adversário muito forte, com uma capacidade ofensiva muito grande. É uma equipa que joga com uma intensidade muito elevada no seu terreno. Vai dar-nos muito trabalho, é um jogo com um ambiente diferente. Estamos à espeta de um Torreense à imagem dos últimos jogos, capaz de ser forte em todos os momentos do jogo".
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Que estratégia pode utilizar o Fafe com a eliminatória empatada? "Vai ser um jogo diferente do da 1ª volta, não só pelo ambiente que se vive. É a meia final da segunda competição mais forte. Fizemos um trajeto maravilhoso, eliminando uma equipa do Campeonato de Portugal, uma da Liga 3 e três da Liga, uma delas está nas meias-finais da Liga Europa. O Torreense tem tudo para lutar pela subida à Liga e vai fazer de tudo para o jogo da época".
Como tem sido viver esta histórica campanha? "Foi muito positiva porque conseguimos criar uma relação com os adeptos e a cidade que nos permitiu sentir a força deles. Vamos ter menos adeptos num jogo fora, faz parte. Vamos ser poucos, mas muito bons. Vamos estar preparados para todos os cenários".
O Fafe mostrou grande capacidade nas bolas paradas neste trajeto, é um dos pormenores em que pode tirar partido? "Valorizamos muito a bola parada. Sabemos que é um dos momentos, entre muitos, que trabalhamos, assim como os penáltis, que podem acontecer. O foco vai estar no Torreense, que requer de nós precaução. Estamos preparados para todos os momentos do jogo".
João Gonçalo viu o vermelho na 1ª mão e falha a partida. Tem mais baixas? "Vamos todos para o jogo, concentrados, para ter uma grande festa da Taça de Portugal".
Qual foi a mensagem que o presidente da SAD, o Derlei, procurou passar à equipa? "O que o presidente nos passou foi conforto, tranquilidade, deixar a equipa à vontade. Ele confia nos jogadores e no trabalho dos profissionais. A mensagem tem sido muito por aí, o nosso trajeto tem sido bom, é só mais um jogo. O foco está no que se vai passar no jogo, no plano estratégico".
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