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Erick refuta rumor sobre fim de carreira de Zicky e atira: «É muito duro e injusto»

Jogadores de futsal em ação durante um jogo num pavilhão desportivo
• Foto: FPF

Zicky foi um dos nomes de peso a ficar de para o Europeu de futsal, depois de uma temporada fustigado por lesões, mas Erick não tem dúvidas de que o colega vai regressar mais forte e refuta qualquer rumor sobre um possível fim de carreira do pivô do Sporting. 

“Não sei de onde surgiu essa ideia, mas essa fonte, que colocou isso cá para fora, deveria ter mais noção das repercussões daquilo que, às vezes, se diz. Porque o Zicky é um jogador sim, mas principalmente uma pessoa. E quando falamos num término de carreira de um ser humano, que é jovem, e, ainda para mais, não sendo verdade, é muito duro e injusto. Especialmente para alguém que deu tanto ao seu clube como à Seleção e tendo essa fonte, ao que parece, vindo de um adepto sportinguista”, frisou o universal, de 30 anos, deixando a certeza de que o ‘amigo’ vai voltar mais forte: “Ninguém melhor do que ele sabe como ultrapassá-las e como o Zicky costuma dizer: ‘Só respondo com trabalho’”.  

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No início dos trabalhos da seleção com vista à defesa do bicampeonato da Europa, competição que se vai realizar de 21 de janeiro a 7 de fevereiro, na Lituânia, Letónia e Eslovénia, Erick mostrou-se motivado e confiante. “A preparação começou a 25 de agosto. Claro que depois, sabendo os adversários, alinham-se os detalhes, mas, principalmente, tem de ser jogo a jogo, sem ter medo de olhar para a frente e dizer que é ali que queremos chegar”, realçou, vincando a dificuldade de uma fase final: “Tem de ser passo a passo... temos um grupo difícil, com seleções muito competentes.” 

O universal do Barcelona destacou a pressão saudável de ser o detentor do troféu e reforçou que a qualidade da comitiva lusa também aumentou. “Sentir pressão é um privilégio. É sinal de que estamos a fazer as coisas bem e estamos no patamar onde queremos estar. Claro que não é a mesma coisa chegar a uma competição como ‘underdog’ ou como favoritos. Mas como o Braz disse, a Taça é nova e vamos entrar como se a fôssemos disputar pela primeira vez.” 

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Na convocatória para a fase final, Jorge Braz deixou, como o próprio disse, “quase uma equipa de fora”, mas para Erick faz parte de um processo natural. “Podemos olhar para isto de duas formas, ou ficar tristes com os que não estão presentes e deveriam e poderiam, ou naquilo que queremos focar, que é a o sentido de responsabilidade. De dar um bocadinho mais pelo facto de estarmos aqui”, afirmou, reiterando a polivalência que o caracteriza, mas também desvalorizando as palavras do selecionador - disse que o Erick era o melhor universal do mundo. 

“Dou um bocadinho do que ele [Jorge Braz] pedir, seja lá o que isso for. [As palavras] Têm um pouco a ver com a minha polivalência, e ele saber que me dedico e dou ao jogo dessa maneira. Não me foco muito no ‘sou o melhor universal’ ou não, até porque isso conta pouco.” 

Portugal prossegue a preparação para o Campeonato da Europa, que contará com dois particulares diante da Bósnia, agendados para esta sexta-feira e domingo, pelas 18h.  

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Por Ricardo Gomes
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