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Experiência e esperança. A primeira é uma das características do capitão do Benfica, André Lima, no futsal. A segunda o sentimento que este jogador exprime quando perspectiva as hipóteses do seu clube nesta edição da UEFA Cup. “As expectativas são grandes da nossa parte. É a última prova que temos para fazer um bom resultado esta época”, reconhece o jogador, tendo em conta a diferença pontual no campeonato português em relação ao Sporting. “Por isso, vamos encarar os jogos com muita seriedade. O nosso objectivo passa por estar na final”, complementa, acrescentando “o campeonato está difícil, mas não está impossível. São seis pontos que nos separam do Sporting, mas ainda acredito. Só que as possibilidades de chegar à final da UEFA Cup são maiores do que ganhar o campeonato. Temos de ser realistas.”
Relativamente aos adversários no torneio que amanhã tem início, o capitão encarnado tem uma opinião sólida, mas, acima de tudo, considera que o importante é entrar bem na prova: “Dos três adversários conheço o Prato e o Charleroi. O MNK não conheço bem, mas as duas primeiras são equipas muito fortes. O primeiro jogo é contra o Prato e, como se costuma dizer, o primeiro encontro é o mais importante de todos. Os outros também vão ser, mas se ganharmos o primeiro jogo... Digo isto porque tenho alguma experiência nestas competições e, de facto, o primeiro jogo é muito, muito importante.”
Sem favoritos
Quanto a favoritos... “o Prato e o Charleroi estão muito equilibrados, têm muitos jogadores brasileiros, e de certeza que são de qualidade, mas não posso dizer que são favoritos. Nem o Benfica é favorito”, defende, embora considere que jogar em casa é uma vantagem.
E confia nos adeptos para o moral dos jogadores ser maior. “Não temos feito um campeonato nacional muito bom, tivemos maus resultados, mas certo é que os adeptos não vão deixar de nos apoiar e de estar presentes, tal como se viu no jogo inaugural do novo pavilhão da Luz, frente ao Correio da Manhã. Nos jogos que temos disputado em Loures também têm sido excepcionais, diz.
Mas qual é a maior arma do Benfica? “O potencial dos jogadores”, remata, justificando: “Temos jogadores da Selecção, que têm já alguma experiência internacional e isso é muito importante neste tipo de provas. Também temos alguns jovens que estão a adaptar-se bem, estão a subir de dia para dia. Com a entrada dos brasileiros Lukaian, Chico e André a equipa melhorou. No fundo, diria que o colectivo é a arma mais forte.”
O primeiro golo
Para já, André Lima entrou na história do Benfica, ao ser o primeiro a marcar um golo no novo pavilhão: “Quando marquei o golo nem me lembrei disso. Ao intervalo é que os meus companheiros falaram nisso. Senti muito orgulho, tive a sorte de ser eu, porque num desporto como o futsal, qualquer um pode estar naquela situação. Calhou-me a mim, sinto-me muito feliz. Mas o importante é que foi um golo que ajudou o Benfica a vencer o jogo. Espero continuar a ajudar a equipa a ganhar... com os meus golos.”
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