Nun’Álvares-Benfica, 2-3: Águia teve penálti salvador

O Nun’Álvares estudou bem o rival e, em contra-ataque, fez o 1-0, por Diogo Dias. Em destaque esteve Kelvin, a fechar a baliza ao ataque encarnado, enquanto André Sousa impediu que a surpresa fosse maior.

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• Foto: Carlos Gonçalves

O Benfica sentiu grandes dificuldades para ultrapassar um renascido Nun’Álvares, com a vitória a surgir apenas no minuto final, depois de ter estado por duas vezes em desvantagem. Aos encarnados faltou intensidade, precisão no passe e objetividade. Faltou porque o adversário, bem organizado, levou a que isso acontecesse. O Nun’Álvares estudou bem o rival e, em contra-ataque, fez o 1-0, por Diogo Dias. Em destaque esteve Kelvin, a fechar a baliza ao ataque encarnado, enquanto André Sousa impediu que a surpresa fosse maior.

Maior objetividade e golo de Bruno Cintra. Assim se resume o regresso do Benfica após o intervalo. Só que Luís Paulo eletrizou novamente o pavilhão com o 2-1 aos 31’. Mas, quatro minutos volvidos, o Benfica empatou por Jacaré. Fase imprópria para cardíacos e um final de loucos. Bola cá, bola lá e, no minuto final, é assinalado penálti, muito contestado pelo Nun’Álvares, que Tayebi converteu para a vitória encarnada. "Merecíamos o prémio do empate por tudo o que fizemos", lamentou António Aires, enquanto Pulpis admitiu que não contava com esta réplica do rival. "O Nun’Álvares foi acreditando, com o guarda-redes a fazer um jogo magnífico. Na verdade foi bem difícil." 

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