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Portugal estreia-se na fase de qualificação para o Mundial'2027 frente à Finlândia, esta terça-feira (Estádio do Vizela, 18h45). Para Dolores Silva, a seleção nórdica é "um adversário complicado" e que "tem crescido muito" nos últimos tempos, apesar de referir que as jogadores portuguesas estão "preparadas e focadas" em trazer um bom resultado.
"A Finlândia esteve presente no último campeonato da Europa e os últimos jogos contra nós até foram equilibrados. O último mesmo até não correu da forma que esperávamos [n.d.r. derrota por 1-0 para a qualificação do Euro'2022]. Mas sentimo-nos preparadas, sabendo mesmo que o jogo vai ser difícil. Temos os nossos objetivos bem traçados e queremos muito começar bem em casa, com os nossos adeptos", referiu a médio, de 34 anos.
Acredita que já se exige a presença nas fases finais do Mundial?
"Sentimos a responsabilidade de representar o nosso país, o que temos feito e conquistado é fruto disso. Queremos estar nas fases finais, vamos dar tudo por tudo para começar uma fase muito importante. Vamos dar tudo para vencer estes dois jogos."
Qual é o papel das jogadoras mais experientes com as novas atletas na convocatória?
"Qualquer uma de nós está preparada para jogar, as decisões cabem ao selecionador. Tentámos ao máximo que se sintam bem integradas e em casa e, principalmente, parte do grupo. Não é por não terem internacionalizações, ou poucas delas, que valem mais ou menos. Todas somos importantes e trabalhamos com o mesmo objetivo. Acrescentam muito e estão por mérito aqui. Queremos que se adaptem o melhor possível, porque quem entrar vai dar tudo por Portugal."
Jogar no Minho vai ser especial? Há responsabilidade acrescida depois de ter caído na Liga das Nações?
"É sempre bom jogar frente aos adeptos da casa. É um público assíduo, que nos apoia e sentimo-nos muito bem recebidas aqui. Espero que seja mais um momento desses. Que haja uma grande massa de adeptos para apoiar as nossas jogadoras no estádio. Espero que consigamos corresponder a esse apoio. Por outro lado, queremos sempre competir com as melhores, na Liga das Nações estávamos na Liga A, onde defrontámos seleções muito poderosas. Não conseguimos permanecer lá, infelizmente, mas o nosso objetivo é voltar. Agora, queremos qualificar-nos para o Mundial, passo a passo, e focando-nos nos nossos objetivos. Não é por estarmos na Liga B ou Liga A que somos melhores ou piores, vamos continuar a competir e a querer ganhar."
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