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Diante da Moldávia
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"É um grande orgulho." Foi em poucas palavras que Ana Borges descreveu o momento que vai viver sexta-feira, no Estádio do Bonfim, no encontro frente à Moldávia, de apuramento para o Campeonato do Mundo de futebol feminino. A defesa-direito, de 27 anos, chega à histórica marca das 100 internacionalizações. Um momento que, certamente, jamais irá esquecer.
"Chegar a um número tão redondo pela nossa Seleção Nacional é sempre muito bom. Claro que chegar aqui, ser escolha, é ótimo. Como na primeira vez estou sempre com o mesmo espírito de humildade, o mesmo espírito de entreajuda e sempre a querer que a Seleção ganhe. Lutar por este escudo", garantiu Ana Borges, em entrevista a Record.
Cem internacionalizações, um número que coloca Ana Borges num lote restrito de jogadoras, numa caminhada que começou... com um golo. "Lembro-me bem do primeiro jogo. Na altura entrei para substituir a Cláudia Neto na convocatória, no Mundialito. Apostaram em mim frente à Polónia e foi uma excelente estreia, logo com um golo", realçou
Agora a defensora está de olhos postos na fase final do Mundial de 2019, que se realiza em França, mas para tal a Seleção Nacional está obrigada a ultrapassar Itália, Bélgica, Roménia e Moldávia. "Temos consciência daquilo que queremos e podemos alcançar. Sabemos que a fase final de um Mundial não é igual à de um Europeu. É muito mais difícil. Temos esse sonho e queremos lá estar. Sabemos que a Moldávia é a equipa mais acessível do nosso grupo, mas não podemos desprezar. Entramos sempre com o mesmo espírito, seja contra quem for. Mas temos de vencer e queremos os 3 pontos", frisou.
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