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Selecionador nacional resgatou o objetivo de haver nova qualificação para o Mundial
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O selecionador nacional, Francisco Neto, anteviu o encontro de Portugal diante da Finlândia (terça-feira, 18h45), a contar para a 1.ª jornada da fase de qualificação para o Mundial de 2027, no Brasil. Em Vizela, o técnico espera uma "casa bem composta", mas sobretudo "com uma boa energia", essencialmente o que pediu às navegadoras para canalizarem para o encontro.
"Essa energia vai ser importante para as jogadoras, porque precisam de ter espírito e alegria. Depois, é o que nos tem caraterizado essencialmente. Muita organização, muita competitividade e muita vontade de vencer", referiu o selecionador, realçando que as nórdicas estão "um lugar abaixo no ranking" em comparação com Portugal, mas é um oponente "que esteve presente no último Europeu" e se tem "transformado nos últimos cinco anos": "Tem aumentado o espaço competitivo das suas jogadoras, começou a exportar para a Liga Inglesa e Liga Sueca. Será um jogo muito difícil contra uma equipa boa."
Como está a moral da equipa após resultados mais turbulentos?
"A moral é a de sempre, mas claro que toda a gente gosta de ganhar e de trabalhar sobre vitórias. Todas gostam de vencer. Temos uma equipa muito experiente e que já passou por ambientes mais atribulados. O que podemos controlar é o treino seguinte e o jogo seguinte. A responsabilidade do passado dá-nos muita ambição para o futuro. Sabemos que já estivemos no Mundial e sabemos que somos capazes de repetir. Queremos muito concretizar esse objetivo. Sabemos que o trajeto é diferente, fruto do número de vagas, mas isso não nos tira a ambição. Queremos estar no Brasil, em 2027, e amanhã começa essa caminhada."
Que detalhes vê na Finlândia e há espaço para estrear jogadoras?
"A Finlândia tem mudado. Alterou a sua forma de jogar e procura pressionar mais na primeira linha. Acreditamos que é isso que vão procurar. O nosso desafio será controlar o jogo e não permitir que seja muito físico. Não é onde nos sentimos mais confortáveis, mas sabemos que, em momentos, irá acontecer. Quanto maior for a nossa capacidade para dominar o jogo, mais confortáveis estaremos. Ao nível de estreias de jogadoras, temos vindo a prepará-las a todas. Enquanto equipa técnica, o nosso objetivo era ter 25 jogadoras aptas para entrar em jogo, mas há que também saber que todas podem aportar coisas diferentes. Tem tudo a ver com o rendimento desportivo e a estratégia para cada jogo, há jogadoras que se adaptam mais a outros adversários. Estou muito feliz por tudo o que conseguem aportar e sentimos que temos muitas jogadores habilitadas para jogar."
Vai haver gestão física?
"Não está definido. As datas FIFA alteraram e esta foi a que nos deu mais tempo de trabalho. Por isso, permitiu-nos recuperar melhor as jogadoras. Foi bom ter este espaço alargado. Não estamos a pensar nisso nem haverá nenhuma gestão, não será por aí que A ou B joguem ou não. É mais pela estratégia. Temos um grupo focado para os dois jogos."
Os 12 anos na seleção
"Acima de tudo, olho para trás com muito orgulho e é algo que me honra como pessoa. Aqui, sou apenas mais um que ajudou a que o futebol feminino em Portugal crescesse. É exatamente a mesma responsabilidade, elas sim são as grandes impulsionadoras. É o mérito do que temos feito este anos, e é todo delas. É muito importante resgatar isso. Em relação à estabilidade, é algo que, como já disse em entrevistas, é norma da FPF, não só na seleção feminina. E nota-se no rendimento desportivo. Nem tudo foi como projetámos, mas este ambiente permite-nos trabalhar e que as jogadores tenham confiança. Mas obriga a reinventarmo-nos."
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