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Um quarto de hora de grande inspiração, logo após o intervalo, foi curto para evitar a derrota
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Tudo parecia ter mudado com as mudanças introduzidas por Roberto Martínez ao intervalo: dois laterais mais projetados e eficazes (Nélson Semedo e João Cancelo), dois avançados mais ativos e atentos à realidade que os circundava (Diogo Jota e Rafael Leão) e toda a equipa apresentando dinâmica para ser pressionante, atacar o espaço e aproximar-se com perigo da baliza croata, parecia ser boa solução para, por fim, ir em busca da vitória. Portugal conseguiu despertar musas de inspiração que passaram pelas brasas durante 45 minutos; aliviou a tensão, chegou ao empate e emitiu sinais seguros de que estava pronto a partir em busca da vitória. Tudo foi travado, oito minutos depois, quando a Croácia voltou a adiantar-se no marcador, golpe cujas consequências não foram logo fatais, mas que acabou por ditar uma quebra na exuberância desse arranque após o intervalo e, no fim, a derrota.
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