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Técnico retificou alguns aspetos ao intervalo mas admitiu que a equipa não esteve bem após sofrer o golo
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Fernando Santos analisou o triunfo desta sexta-feira diante do Egito dizendo à RTP que a equipa poderia ter marcado ainda na primeira parte e admitindo que, depois do golo sofrido, Portugal quebrou. No entanto, o selecionador salientou a atitude dos seus jogadores na reta final, que acabou por resultado na vitória.
Análise ao jogo
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"Não gostamos de testar situações a perder. Na primeira parte Portugal foi melhor, mas com nuances menos corretas, principalmente no aspeto ofensivo. Alguma falta de jogo interior, o João e o Bernardo estiveram agarrados às linhas. Tínhamos planeado que viessem buscar a bola entre linhas. Não fizemos isso bem. Os jogadores tentaram. Fomos melhores, criámos mais jogo mas não muitas oportunidades na primeira parte. Mas pela forma como jogámos, poderíamos ter feito mais. Tentei retificar ao intervalo.
Na segunda parte não entrámos tão bem como estávamos, as coisas acabaram por não sair. O jogo ficou partido, sofremos um golo num lance em que faltou agressividade defensiva, devíamos ter apertado mais o jogador e não permitir o remate. A partir daí estivemos mal, 15 minutos muito difíceis. As substituições naquele momento acabam por ter alguma dificuldade. Valeu essencialmente depois a partir dos 35 minutos da segunda parte a atitude dos jogadores. A equipa subiu, procurou e com muito trabalho nos últimos 10 minutos criou quatro oportunidades e fez dois golos. A felicidade também faz parte de quem a procura. Esta equipa nunca aceita perder e quer sempre vencer".
Mobilidade a mais?
"Eventualmente. Naqueles 15 minutos sim, porque eram jogadores muito móveis e fez com a equipa se partisse um bocadinho. Houve ali períodos em que foi um bocadinho à pressa. Depois a equipa conseguiu estar mais junta e criámos situações para fazer golo e acabámos por fazer".
Teste aos jogadores
"Estes jogos não servem para avaliar a qualidade individual, porque essa todos conhecemos. São outras questões, tem a ver com a forma como se adaptam à estratégia da equipa, aquilo que nos têm para dar de diferente em relação a outros… Essas coisas é que são importantes".
Dois golos de Ronaldo
"Ronaldo é isto. Ronaldo é golo".
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