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Última referência do selecionador nacional à frente da Grécia era o 4x3x3 do Mundial...
Fernando Santos decidiu correr o risco e entrou em rutura com o 4x3x3 utilizado de forma consistente nos últimos onze anos, desde que Luiz Felipe Scolari assumiu a chefia técnica da Seleção Nacional. Mas apostar no 4x4x2 losango e trabalhá-lo em menos de uma semana implicou consequências assumidas e identificadas pelo novo selecionador.
A exposição a que os defesas-laterais estiveram sujeitos provocou muitos desequilíbrios e radicou, segundo Santos, na falta de um movimento de basculação intermédio que a equipa não conseguiu fazer, notando-se particulares dificuldades a João Moutinho e André Gomes.
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A última referência tática de Fernando Santos como selecionador da Grécia diz respeito ao 4x3x3 utilizado no jogo dos oitavos-de-final do Mundial, frente à Costa Rica, segundo a análise técnica da FIFA, e ter um ponta-de-lança indiscutível para jogar no ataque português dispensaria grandes discussões quanto à opção a tomar. Mas, quando do grupo de selecionados saíram de uma vez os pontas-de-lança Postiga e Hugo Almeida e ficou Éder como escolha única, o normal é que se procurem alternativas. Santos quis experimentar Ronaldo e Nani na frente, apoiados por Danny, mas também aqui houve problemas, porque o jogador do Zenit, habitualmente utilizado como extremo, revelou dificuldades para encontrar os movimentos certos e pareceu mais o terceiro atacante do que o quarto médio.
Escolhas
A escolha dos inquilinos do losango de meio-campo revelou uma tendência: preferir Tiago a William Carvalho para a posição 6. Mas, à partida, essa opção implicava um problema: o médio do Atlético Madrid é um dos habituais escolhidos para os jogos-chave, mas para atuar em dupla com Gabi, no centro do meio-campo. Jogar a solo naquela zona não lhe permite tirar o melhor rendimento, o que ele próprio confessou, dizendo ter gostado mais da posição 8. William Carvalho é no atual lote de selecionados o único 6 assumido e mostrou no Stade de France ser a melhor referência, o que causa novo dilema: face à “candidatura pública” de Tiago a 8, quem deverá ocupar as posições interiores? Visto o jogo com os franceses nem o outrora indiscutível Moutinho tem lugar assegurado, na concorrência direta com André Gomes e Tiago.
Mas o losango não é um dado adquirido nas escolhas estratégicas de Fernando Santos, que não quis abandonar França sem experimentar um alternativo 4x2x3x1, com Éder no ataque e João Mário na zona central do meio-campo ofensivo. Com bons resultados, que deixam uma certeza: o losango precisa de trabalho.
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