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Depois da boa exibição realizada em Belfast, a partir do momento...
Depois da boa exibição realizada em Belfast, a partir do momento em que Paulo Bento apostou nele, Nani apresenta-se como a principal arma de Portugal para o jogo com o Brasil. O extremo do Manchester United deverá reocupar o flanco direito do ataque da Seleção Nacional, devendo obrigar à deslocação de Vieirinha para o flanco oposto.
É provável que com o decorrer do encontro, o selecionador possa permitir a estreia de Josué ou Licá, duas fortes apostas para o meio-campo ofensivo e ataque da equipa, assim como a de Adrien Silva, essencialmente para consolidar o gradual processo de renovação do grupo que tem vindo a levar por diante.
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Depois do triunfo conseguido em Belfast, a Seleção não podia estar em melhor período emocional para defrontar o Brasil de Scolari, também ele chegado aqui após uma goleada de 6-0 diante da modesta Austrália. E se Portugal não conta com Ronaldo, o Brasil não terá quatro dos seus habituais titulares: os defesas Dani Alves e Marcelo, e os avançados Hulk e Fred. Não que isso permita respirar de alívio, sabendo-se que entre as alternativas para o ataque estão homens como Bernard, Jô ou Alexandre Pato.
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