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Para Pauleta, a seleção portuguesa "vai continuar forte, como tem vindo a estar nos últimos anos", assinalando que o país "tem jogadores com grande talento, continuando-se a formar grandes jogadores".
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O diretor da Federação Portuguesa de Futebol, Pedro Pauleta, considerou esta terça-feira que o mais importante no processo de substituição de Fernando Santos na seleção nacional é "ter calma", tendo elogiado o papel desempenhado pelo ex-selecionador.
À margem da entrega de ofertas de Natal aos utentes da Associação de Pais e Amigos de Crianças Deficientes do Arquipélago dos Açores, em Ponta Delgada, o antigo goleador agradeceu "todo o trabalho que o míster Fernando Santos fez na seleção, que foi excelente". "É um amigo, uma pessoa de que todos nós gostamos muito, mas agora é preciso pensar bem e esta é uma decisão do nosso presidente [da Federação Portuguesa de Futebol]", afirmou Pauleta.
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Fernando Santos deixou o comando técnico da seleção portuguesa após oito anos à frente da equipa das quinas, após a eliminação nos quartos de final do Mundial2022, frente a Marrocos (1-0).
O antigo avançado considerou, por outro lado, que o Mundial2022, que terminou no domingo, no Qatar, com a vitória da Argentina, "foi uma competição muito bem conseguida, tendo-se assistido a grandes jogos de futebol, com grandes seleções", e "acabado numa final que todos gostaram, principalmente da parte final, com bastantes golos e emotiva".
Desde 2014 na seleção portuguesa, Fernando Santos deu os dois primeiros troféus internacionais a nível sénior a Portugal, com a conquista do Euro2016 e da Liga das Nações de 2019. Em 109 jogos, Fernando Santos conseguiu 67 vitórias, 23 empates e 19 derrotas.
Para Pauleta, a seleção portuguesa "vai continuar forte, como tem vindo a estar nos últimos anos", assinalando que o país "tem jogadores com grande talento, continuando-se a formar grandes jogadores".
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