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Antigo internacional português diz, no entanto, que Deco e Pepe são "bons exemplos"
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O antigo internacional português, Ricardo Carvalho, pronunciou-se sobre um dos temas da atualidade, as naturalizações de Otávio e Matheus Nunes que lhes permitiram ser chamados à Seleção Nacional. E, consequentemente, saiu em defesa do jogadores nascidos em solo nacional.
"O Deco e o Pepe são bons exemplos de adaptação ao nosso país, por isso convenceram a Federação Portuguesa de Futebol. Sinceramente, acho que não é preciso nascer obrigatoriamente em Portugal para representar a Seleção, mas acho muito curto o período de cinco anos. Ainda para mais, somos um país que tem muito jogadores talentosos na formação", considerou o agora treinador, em entrevista ao portal brasileiro UOL.
Notando que Otávio e Matheus "encaixam neste segmento", Ricardo Carvalho prosseguiu assim sobre esta dupla. "Eles acreditam que estão em casa em Portugal, querem representar Portugal. Espero que, assim como aconteceu com os outros no passado, sejam bem recebidos. O mesmo serve para todos os outros que queiram jogar pelo nosso país, representar o nosso país".
Sobre as críticas que se têm levantado em relação a Fernando Santos, o antigo central e campeão da Europa por Portugal, em 2016, mostrou-se compreensivo: "É normal. Temos muito talento, sempre tivemos talento e os portugueses querem ver a seleção jogar melhor. O Fernando Santos, desde 2015, foi o primeiro a acreditar na Seleção, achar que nós podíamos realmente ganhar um título. Nunca duvidou da equipa, passou uma mensagem forte no balneário, que éramos capazes de ganhar. O futebol é isso, não é fácil chegar sempre às meias-finais e às finais".
No que toca a outros temas, Ricardo Carvalho colocou Abel Ferreira, técnico do Palmeiras, com um dos "melhores treinadores" portugueses da atualidade, concluindo sobre André Villas-Boas, com quem tem vindo a trabalhar como adjunto.
"É um prazer continuar a fazer parte da equipa técnica do André Villas-Boas. Como todos sabemos, ele é um treinador de muito talento. Começar a trabalhar num nível tão alto tem sido um orgulho enorme. Estou completamente satisfeito com o que faço com o André. Quero aprender, evoluir e ajudá-lo cada vez mais. Neste momento não penso ser treinador principal. O meu foco é melhorar como adjunto, ajudar ainda mais nesta função", afirmou Ricardo Carvalho, para terminar depois sobre o badalado interesse do São Paulo em André Villas-Boas.
"Não passou de uma especulação. A nossa saída do Marselha tinha sido muito recente e, uma semana depois, começaram as notícias que o São Paulo estava interessado no André", explicou o antigo central, para concluir, depois, sobre um eventual projeto que possa surgir no Brasil.
"A verdade é que a decisão de ir para o Brasil ou continuar na Europa, no fundo, vai ser tomada pelo André [Villas-Boas]. A decisão é sempre dele. O André acompanha muito o futebol brasileiro, é apaixonado pelo futebol brasileiro. Acho que faz parte dos planos dele, um dia, mais tarde, treinar uma equipa no Brasil", concluiu.
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