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"Dureza? Não foi nada de especial. Há em todos os jogos e vai continuar a haver", diz...
Luiz Felipe Scolari esteve ontem no Museu Nacional do Desporto, em Lisboa, no lançamento do livro “A bola ao ritmo de fado e samba”, que assinala o primeiro centenário das relações do futebol entre Portugal e Brasil. O selecionador brasileiro, em declarações exclusivas a Record, desvalorizou os incidentes envolvendo João Pereira e especialmente Bruno Alves com Neymar no jogo particular da passada terça-feira, defendendo o defesa-central português. Isto, depois de Paulo Bento se ter queixado precisamente do contrário, de alguma apatia dos seus jogadores.
“Não foi nada de especial. A forma de jogar do Brasil faz com que o adversário não se encontre. O nosso trabalho de bola é muito bom, tem bons jogadores na parte técnica… E não houve tanta agressividade como estão falando. Acontece em todos os jogos e vai continuar a acontecer”, disse Scolari antes de lamentar que Bruno Alves pague por uma má fama que vem de longe que, diz, é injustificada.
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“O Bruno não é esse bicho papão, esse vilão, que falam por aí. Comete uma ou outra chegada mais forte, mas ele é apenas um jogador viril mais que outra coisa. Não vi até hoje nenhum jogador que saísse de campo lesionado por ele. Acho que pintam muito essa imagem, mas o Bruno não é assim”, garantiu o treinador brasileiro. Scolari considerou que o jogo de Boston foi “bom e equilibrado”, admitindo que o Brasil foi feliz ao chegar ao intervalo em vantagem por 2-1.
“Nesse período, tínhamos oferecido duas ou três oportunidades para Portugal marcar. Depois do empate equilibrámos e com o 2-1 ficámos com uma possibilidade de controlar o segundo tempo. Acho que foi um bom jogo. O Brasil atuou como se fosse um jogo a valer três pontos porque todos os jogadores estão brigando por uma vaga, querendo mostrar algo mais que o normal, para que eu posso convocá-los para o Mundial”, acrescentou o treinador.
Sem pressão
Scolari refuta a tese de que a pressão sobre os seus ombros seja demasiada.
“Não tem essa história de pressão extra. Quando aceitei regressar à seleção do Brasil, sabia que todo o povo brasileiro iria exigir o título mundial. Não vale a pena procurar desviar a conversa: estou aqui, com os jogadores e a comissão técnica, para sermos campeões do Mundo. Por isso bem posso dizer que não há pressão nenhuma. Só temos de ser campeões do Mundo, nada mais”, concluiu, bem disposto e assumindo que o seu sonho “é ser o primeiro treinador brasileiro bicampeão do Mundo”.
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