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Selecionador nacional de sub-17 analisa o estilo "muito peculiar" do próximo adversário no Mundial
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O selecionador Bino Maçães disse esta segunda-feira que a Seleção Nacional de sub-17 está precavida para o "jogo direto" do México, que exigirá um bom "controlo da profundidade" nos oitavos-de-final do Mundial da categoria.
"Já vimos o nosso adversário, sabemos o seu valor, uma equipa que joga de uma forma muito peculiar, olhando muito para os seus avançados, um jogo mais direto que exigirá muito de nós em termos defensivos e do controlo da profundidade. Mas, acredito que estaremos preparados para essa eventualidade e, assim, darmos uma boa resposta", observou.
Em declarações divulgadas pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Bino Maçães alertou para as dificuldades que a equipa das quinas deverá encontrar na terça-feira, em Doha, onde decorre o torneio, lembrando que o México eliminou nos 16 avos de final a Argentina, "uma das potenciais candidatas" ao título.
"É mais um desafio de grande exigência que temos nesta caminhada. Uma caminhada que desejamos que dure mais algum tempo, sendo esse o nosso sentimento, sempre pensando jogo a jogo, tendo agora um adversário muito complicado", reforçou o selecionador da equipa de sub-17, que venceu a Bélgica por 2-1 na eliminatória anterior.
Portugal impôs-se no encontro disputado na sexta-feira graças a dois golos marcados pelo avançado Anísio Cabral, aos 38' e 45+1 minutos, enquanto o México, campeão mundial de sub-17 em 2005 e 2011, venceu a Argentina no desempate por penáltis, por 5-4, após empate 2-2 no tempo regulamentar.
"Temos o máximo respeito pelo México, se conquistou o que conquistou é porque não tem só um onze bom, mas sim um todo. Nós também já rodámos o onze, tal como eles, conseguindo mesmo bons resultados. (...) Vamos dar o nosso máximo, pois quando tivermos de defender temos de ser muito solidários, concentrados e agressivos, para depois quando tivermos a bola darmos azo àquilo que é a nossa criatividade e qualidade", sustentou.
O técnico, de 52 anos, desvalorizou a ausência de quatro jogadores mexicanos - Felix Contreras, Gael Garcia, Humberto Mancilla e Karin Hernández -, devido a suspensão, lembrando que Portugal também estará privado do avançado Tomás Soares, pelo mesmo motivo.
"É menos um avançado, menos um jogador que nos pode dar soluções, quer a jogar de início ou a entrar. (...) Enfim, são as coisas que os treinadores têm de pensar, mas espero que, jogue quem jogar, e os restantes que entrarem possam dar uma boa resposta, para elevar mais uma vez o nome de Portugal", afirmou.
O médio Rafael Quintas, capitão da equipa nacional, manifestou-se "muito confiante" na qualificação para os quartos-de-final, após a boa exibição protagonizada perante a Bélgica, mas, tal como o selecionador Bino Maçães, alertou para o perigo que podem representar os lançamentos em profundidade dos jogadores mexicanos.
"Sabemos que a partir de agora não existem jogos fáceis, sendo o México uma equipa muito traiçoeira, parece não ter intenções de atacar e do nada consegue chegar à baliza. Temos de estar atentos a essas transições, esse jogo mais direto por parte do México", avisou.
A seleção portuguesa de futebol de sub-17 defronta na terça-feira a congénere mexicana, em jogo dos oitavos-de-final do Mundial da categoria, com início às 13h00 (hora de Lisboa), em Doha.
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