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A Adriano, o nosso leitor mais leal, juntaram-se Afonso e Rodrigo, jovens que têm o mesmo amor
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Em junho já contámos a história de Adriano Salgueiro, fiel leitor que, aos 91 anos, recebeu um Record de Ouro por comprar todas as edições do nosso jornal desde o 26 de novembro de 1949, o primeiro dia em que estivemos nas bancas. O alentejano lembra que, aí, encontrou um "novo amigo" – "se calhar o preferido" – que nunca mais largou. Na altura tinha 15 anos, menos um que Rodrigo Roque, o adepto mais novo no Estádio Record. O que os une? A resposta é óbvia.
"O senhor Adriano é com os jornais, eu é mais a partir do site e da aplicação. Mas a minha primeira memória com o Record é por causa do meu pai, que comprava todos os dias também, lembro-me de acompanhá-lo. Hoje ele ainda compra, eu é mais no digital. Sempre cresci com jornais em casa e num ambiente de desporto, por isso é muito especial estar aqui", disse-nos o jovem que, apesar de não ter completado o seu futuro académico, não esconde a 'simpatia' pelo mundo que visitou: "Jornalismo, televisão, comentários, narrações... gostava de fazer algo parecido."
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Já Afonso Castro quer mesmo mergulhar na vida do jornalismo, mas, de preferência, sem largar a arbitragem. O jovem de 18 anos não tem mãos a medir aos fins de semana – joga futsal, é treinador, árbitro e ainda trabalha num restaurante –, mas nos tempos mortos vai logo ao telemóvel para se pôr a par de tudo o que se passa no desporto... através do Record, claro.
"É incrível ver como funciona tudo isto e conhecer as pessoas que escrevem os textos que leio todos os dias", atirou, antes de passar largos minutos à conversa com o senhor Adriano, até porque o nosso 'avô' também foi árbitro durante largos anos. "Eu era muito requisitado, comecei por ganhar 40 escudos, passei para 90 e depois 120. Nunca deixei que me influenciassem. Esse é o grande conselho que tenho para te dar", disse.
Competitividade do nosso futebol em debate
Depois de conhecerem a redação, os nossos convidados sentaram-se na bancada do Estádio Record perante Bernardo Ribeiro e Sérgio Krithinas, diretor e diretor-executivo de Record, respetivamente, que se colocaram à disposição para responderem a qualquer pergunta dos presentes. Desde o combate à pirataria até ao estigma que associa jornais a cores clubísticas, falou-se um pouco de tudo, mas o que gerou mais debate foi a competitividade do campeonato português de futebol.
Desde os "estádios vazios", ao "modelo de negócio em vias de extinção", foram abordados vários pontos desta problemática, mas Pedro Brinca, estudioso sobre este tema, rematou com um facto inegável: "Apesar de tudo, é difícil encontrar uma indústria em Portugal que seja a 6.ª ou 7.ª melhor da Europa na sua especialidade", sublinhou o professor universitário.
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