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O braço-de-ferro entre a UEFA e a Superliga segue sem fim à vista. O primeiro dia de audiências no Tribunal de Justiça da União Europeia, que tem como objetivo determinar se a UEFA goza de um monopólio na organização de competições internacionais, terminou com acusações de parte a parte. Donald Slater, advogado da UEFA, referiu que a Superliga é "o exemplo perfeito do que conhecemos como cartel", enquanto Miguel Odriozola, da ‘Clifford Chance’, respondeu que "a UEFA governa o futebol com mão de ferro e nunca autorizará nenhum projeto que coloque em risco o seu monopólio."
A UEFA, apoiada pelas ligas europeias, lançou oposição ao projeto da Superliga – que Real Madrid, Barcelona e Juventus apoiam – pois entende que "querem é comer o bolo inteiro", segundo o que se pôde ouvir na audiência. A UEFA sustenta que esta competição "prejudicaria os objetivos de solidariedade, equilíbrio competitivo e promoção do futebol de formação". Por sua vez, a Superliga comprometeu-se a investir 320 M€ por ano nas equipas que não disputam a prova, que no seu novo projeto contempla a subida e descida, desvinculando-se do rótulo de liga fechada. De acordo com o projeto final, a prova teria 20 clubes formados por 15 fundadores e outros cinco que se qualificariam através de eliminatórias. Haveria dois grupos de 10 clubes cada, jogando em casa e fora. Após a fase de grupos, oito clubes seguiriam para o ‘mata-mata’, que culminaria numa final four. Hoje será realizado o segundo e último dia da audiência. A decisão é esperada até final do ano ou, no máximo, no início de 2023.
Acordo milionário nos EUA
Entretanto, a UEFA está a negociar a venda dos direitos televisivos da Liga dos Campeões para os Estados Unidos por um acordo que pode chegar perto dos dois mil milhões de euros em seis anos, segundo a ‘Bloomberg’.
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