"Se na altura em que jogava tivesse a cabeça que tenho hoje teria ganho a Bola de Ouro". As palavras são de Adriano Leite Ribeiro, conhecido no mundo do futebol por 'Adriano Imperador', que foi um dos melhores e mais promissores avançados brasileiros, mas não conseguiu permanecer no auge durante muito tempo. Viveu anos de ouro com a camisola dos italianos do Inter, deixou marca no Parma e na Roma também, e foi campeão pelo Brasil: numa entrevista a Luca Toni, no 'Fenomeni' da Prime Sport, o antigo jogador revelou que a morte do pai foi um ponto de viragem na sua carreira.
"Não estava bem mentalmente. Após a morte do meu pai, o futebol fugiu-me das mãos. Saía [para noitadas] para não pensar e no dia seguinte estava pior. Não fazia o que fazia por querer festas ou descontrolo, fazia-o porque tinha um peso no coração. Ofereceram-me apoio para eu ser internado num centro especializado porque estava deprimido, mas eu não percebia que precisava de ajuda, pensava que o que fazia era normal. Foi um grande erro", recordou a propósito da saída do Inter.
Tempos mais felizes, recorda, foram aqueles em que se mudou para a Europa. "Acordei um dia e o meu agente disse-me que ia jogar na Itália. Nessa mesma tarde estava a voar", disse, voltando igualmente ao dia em que conheceu o seu maior ídolo: Ronaldo Nazário, o 'Fenómeno'. "Até há pouco tempo vivia numa favela e de repente estava em casa do Ronaldo. Emocionei-me, fiquei com pele de galinha".
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