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"Fogueteira do Maracanã" morreu aos 45 anos

A brasileira Rosenery Mello do Nascimento, protagonista de um famoso e inusitado episódio durante um jogo do escrete canarinho na fase de qualificação para o Mundial'1990 (disputado na Itália), morreu no sábado, aos 45 anos, no Rio de Janeiro.

Em 1989, então com 24 anos, Rosenery estava a assistir ao encontro Brasil-Chile, no Estádio do Maracanã, e decidiu arremessar um sinalizador na direção da área chilena. Quando o very-light chegou ao relvado, o guarda-redes Rojas caiu como se tivesse sido atingido.

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Seguiu-se uma grande confusão. A sangrar, Rojas foi levado para o balneário. A seleção chilena, alegando a falta de segurança, recusou-se a voltar ao campo de jogo, obrigando o árbitro a dar por encerrada a partida aos 74 minutos, numa altura em que o Brasil ganhava por 1-0.

A farsa chilena, no entanto, demorou pouco tempo, pois as imagens televisivas demonstraram que o guardião chileno retirou uma lâmina da luva e cortou o próprio supercílio.

O caso foi investigado pela FIFA e, na sequência, Rojas, o selecionador Osvaldo Aravena e o médico Daniel Rodríguez foram banidos do futebol. Fernando Astengo, o capitão chileno, e a federação de futebol do país foram suspensos por quatro anos.

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Rosenery chegou a ser detida, mas foi libertada no mesmo dia do incidente, Mais tarde, aproveitando a súbita fama, a "fogueteira do Maracanã" posou para um ensaio da "Playboy" brasileira.

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