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Glória do Liverpool faz revelação: «Fui obrigado a matar»

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Bruce Grobbelaar revela que viu três amigos morrerem à sua frente e foi obrigado a matar.

Bruce Grobbelaar fez revelações inéditas numa entrevista à BBC. O antigo guarda-redes, que defendeu a baliza do Liverpool durante 13 temporadas, falou de um passado que não gosta e que ainda o marca.

Bruce Grobbelaar lutou na guerra civil no exército da Rodésia, atualmente Zimbabué, nos anos 70 e as recordações daqueles tempos ainda hoje o assombram. 

"As recordações atenuaram-se um pouco, mas há momentos nos quais ainda estou com os meus amigos em África e eles ainda gostam de falar sobre isso. A mim não", revela, acrescentando: "Depois de falar disso, durante un periodo de duas ou três semanas tenho suores frios."

Grobbelaar viu três dos seus amigos morrerem à sua frente e foi "obrigado a matar." Foi recrutado inicialmente por 11 meses, mas o pesadelo viria a transformar-se em dois anos.

O pesadelo não foi esquecido mas reconhece que a salvação veio dos relvados: "o futebol tirou-me a guerra da cabeça".

Esta não é a primeira vez que o antigo guarda-redes fala sobre os seus tempos na guerra civil. "Aos 18 anos matei o primeiro homem", escreveu na sua autobiografia.

Bruce Grobbelaar lutou na guerra civil no exército da Rodésia, atualmente Zimbabué, nos anos 70 e as recordações daqueles tempos ainda hoje o assombram. 

"As recordações atenuaram-se um pouco, mas há momentos nos quais ainda estou com os meus amigos em África e eles ainda gostam de falar sobre isso. A mim não", revela, acrescentando: "Depois de falar disso, durante un periodo de duas ou três semanas tenho suores frios."

Grobbelaar viu três dos seus amigos morrerem à sua frente e foi "obrigado a matar." Foi recrutado inicialmente por 11 meses, mas o pesadelo viria a transformar-se em dois anos.

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O pesadelo não foi esquecido mas reconhece que a salvação veio dos relvados: "o futebol tirou-me a guerra da cabeça".

Esta não é a primeira vez que o antigo guarda-redes fala sobre os seus tempos na guerra civil. "Aos 18 anos matei o primeiro homem", escreveu na sua autobiografia.

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