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Um funcionário da embaixada de Portugal em Bissau e um agente de futebol foram condenados a seis e dois anos de prisão, respetivamente, após uma investigação do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, informou o órgão policial.
O funcionário da secção consular da embaixada portuguesa na Guiné-Bissau, de 41 anos, foi condenado a seis anos de prisão pela prática de um crime de falsidade informática e cinco de corrupção passiva, um deles agravado.
Segundo um comunicado do SEF, o funcionário, que se encontra em prisão preventiva desde dezembro, aproveitou-se das suas funções para simular a emissão de vinhetas de vistos a cidadãos guineenses que, depois, anulava informaticamente, o que lhe permitia ficar com vinhetas em branco que vendia por quantias elevadas.
As vinhetas eram, depois, preenchidas de forma fraudulenta e colocadas em passaportes, autorizando os seus titulares a entrar na Europa.
A investigação do SEF teve origem numa informação proveniente das autoridades alemãs, que detetaram sete cidadãos iranianos, no aeroporto de Frankfurt, a tentar entrar no espaço Schengen com algumas dessas vinhetas.
Um desses vistos foi, também, detetado no aeroporto de Barcelona.
Já o agente de jogadores de futebol, de 57 nos, foi condenado a dois anos de pena suspensa, mediante pagamento de uma quantia monetária definida pelo tribunal a uma instituição de solidariedade social, pela prática de um crime de corrupção ativa agravado.
O agente corrompeu o funcionário consular, logrando, com isso, a obtenção de vistos de jogadores de futebol que entraram em Portugal para jogar num clube da I Liga, explica o comunicado do SEF.
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