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As mensagens trocadas pelo médico de Maradona, Leopoldo Luque, e a psiquiatra de El Pibe, Agustina Cosachov, continuam a dar que falar na Argentina.
Depois de o site 'infobae' ter aberto uma verdadeira 'caixa de Pandora', com o clínico a dizer no dia do falecimento de Maradona "o gordo vai morrer a cagar", agora o diário 'Olé' revelou uma nova troca de mensagens entre os dois clínicos, em que a psiquiatra admite ter medo que a incriminem pelos medicamentos que deu a Maradona.
"Autópsia: edema agudo de pulmão secundário a insuficiência cardíaca crónica exacerbada. Coração com cardiomiopatia dilatada", escreveu Agustina Cosachov.
Leopoldo Luque não se mostrou surpreendido. "Sim, sim. Ia dar algo cardíaco."
Ela acrescentou: "E parece que morreu por volta da meia-noite". Luque concordou. "Tinha lógica".
Depois, a psquiatra revela os seus receios. "Tenho medo que me queiram incriminar por causa dos remédios."
Mas Luque tranquiliza-a: "Não te martirizes com isso. Era um doente delicado."
Recorde-se que a morte de Maradona está a ser investigada pelas autoridades argentinas e que os áudios e chats do neurocirurgião Leopoldo Luque e da psiquiatra Agustina Cosachov estão a ser analisados.
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