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Conhecido durante muitos anos por ser um fumador compulsivo, Cruyff deixou o tabaco em 1991, depois de uma operação de coração aberto devido a uma insuficiência coronária. "Deixei de fumar porque me disseram que, se continuasse, morreria", explicou. Nessa altura, era ele treinador do Barcelona, trocou os cigarros pelos chupa-chupas, como forma de controlar a tensão durante os jogos. Para trás tinha ficado uma imagem de marca: enquanto jogador, fumava Camel sem filtro nos intervalos dos jogos. Aliás, após a estreia pelo Barcelona, em 1973, acendeu um cigarro ainda no túnel e outro à saída do duche.
Depois, participou em ações antitabagismo, ficando célebre um anúncio em que dava ‘toques’ com um maço até o chutar para longe. A acompanhar, dizia: "Tive dois grandes vícios na vida: fumar e jogar futebol. O futebol deu-me tudo. Fumar quase m’o tira."
Mais de vinte anos depois, tirou mesmo. Cruyff faleceu esta quinta-feira aos 68 anos.
Por Sérgio KrithinasAvançado sabe que quem enverga a camisola blanca é sempre julgado até ao mais ínfimo pormenor
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