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Adversário do Benfica mostra argumentos para ferir em contra-ataques e ataques rápidos
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Vice-campeão francês, em 2022/23, pelo Lens, ao atingir a impressionante marca de 84 pontos com a defesa menos batida da Ligue 1, o que lhe permitiu debutar na Champions, onde atingiu, no exercício seguinte, os oitavos, Franck Haise arcou, em junho de 2024, a árdua sucessão de Francesco Farioli no Nice, conduzindo o clube ao 4.º lugar, o que lhe valeu a presença nas eliminatórias de acesso à fase de campeonato da Liga dos Campeões. Reconhecido pela aposta férrea na flexibilidade estrutural, as águias da Côte d'Azur têm privilegiado na pré-temporada uma organização em 3x5x2, que parte de um 5x3x2, que deverá ser utilizada diante do Benfica, mas podem recorrer facilmente ao 3x4x2x1 e ao 3x4x1x2, como também ao 4x2x3x1 e ao 4x3x3, algo que passa, muitas vezes, pelo ajuste estratégico face à análise detalhada ao rival. Isto porque Haise é um treinador pragmático, que sustenta as suas equipas numa organização defensiva coriácea, ainda longe dos argumentos exibidos no exercício anterior, até pelas baixas dos defesas-centrais Ndayishimiye e Abdelmonem, e dos médios-centro Rosário, que, apesar de não ter sido utilizado na pré-época e estar próximo de uma saída, poderá ser opção ante os encarnados, e Ndombélé, e num jogo tremendamente vertical, até porque patenteia muito mais argumentos para ferir os adversários na metamorfose da transição ofensiva em contra-ataques e ataques rápidos, do que em ataque posicional, onde a tendência passa por indagar o jogo exterior, principalmente através do lateral/ala-direito Clauss, ferocíssimo na busca de cruzamentos para a área, e por alguma ausência de criatividade e de paciência para produzir posses longas e perscrutar o corredor central, até pela falta de ruturas interiores, sobretudo se o oponente lhe cerrar esse caminho.
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