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Rui Malheiro explica o que esperar do adversário do FC Porto na Champions
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É de lugares-comuns típicos dos gurus da autoajuda, como "pensar jogo a jogo", "não se negociar o esforço", "acreditar até ao fim", "vence quem mais luta", "a nossa força reside no bloco" ou "não interessa o que ganhamos ontem e hoje, mas sim o que faremos amanhã", que Diego Simeone, leal a uma conceção belígera e resultadista do futebol, edificou um ideário que reside no acasalamento entre o que foi como jogador e o que pensa como treinador. Chamam-lhe "Cholismo". Uma expressão que circunscreve uma atitude competitiva feérica, até porque a lascívia está bem mais no suor do que no talento, que existe em doses esdrúxulas no plantel e nem sempre é devidamente indagado. Isto porque se ampara na firmeza de um processo defensivo coriáceo – bloco compacto e curto, capaz de controlar a largura e a profundidade, sempre com o fito de cerrar os espaços entre as três linhas e de procurar estrangular o rival com uma pressão lacerante –, e na ferocidade e na incisividade, desenredadas de conceitos de nota artística, com que procura aniquilar os antagonistas, asseverando um jogar pleno de verticalidade e contundente no assalto aos espaços vazios e na chegada a zonas de finalização.
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