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Leões entusiasmaram-se com a perfeição defensiva e só tarde (com Edwards) pensaram em ganhar
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Um Sporting ciente do que estava em jogo e do que estava obrigado a fazer para salvaguardar a sua integridade como equipa, saiu de Manchester inteiro e, mais do que isso, colocando as coisas no lugar: a diferença que o separa do campeão inglês existe, é clara, indiscutível e significativa, mas não atinge a dimensão desenhada em Alvalade. Mérito leonino na eficácia com que travou a extraordinária máquina de futebol ofensivo que é o City, embora a isso tenhamos de juntar um adversário que, livre de preocupações, nunca se sentiu verdadeiramente pressionado para ter de fazê-lo. Sem essa urgência para chegar ao golo, os ingleses tiveram volume de ataque em quantidade mas não em qualidade; a bola foi deles mas daí não resultaram situações de perigo para a baliza leonina – atacaram mais por obrigação, por ser esse o seu código genético. Daí resultou que o Sporting começou por se satisfazer com o acerto defensivo mas cresceu gradualmente, ao ponto de terminar o jogo de olhos postos na baliza contrária.
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