A crónica do Real Madrid-Chelsea, 2-3: realeza imortal

Chelsea fez valer direito de sonhar e ainda gelou Madrid, mas Benzema voltou a ser decisivo

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• Foto: reuters

Se Thomas Tuchel tinha deixado claro que seria altamente improvável dar a volta ao texto, ao mesmo tempo que Ancelotti prometia uma equipa em alerta para a eventualidade do improvável, não foi bem isso que se viu no Santiago Bernabéu. O Real Madrid sofreu muito e perdeu mesmo frente ao Chelsea (2-3), mas está pela 31ª vez (!) nas meias-finais da Taça/Liga dos Campeões – mais 11 do que qualquer outro clube –, vingando-se do duelo da última época, que havia sorrido ao ainda campeão europeu. Os blues, em estreia na casa merengue, não tiveram qualquer cerimónia para se apresentarem à ‘afición’ e um belo disparo de Mount reacendeu a esperança. À boleia desse primeiro empurrão, o central Rüdiger deixou tudo igual com uma cabeçada, Marcos Alonso também festejou (foi travado pelo VAR, que anulou o golo), mas Werner, pouco depois, deixou Casemiro e companhia pregados ao relvado e deixou o ‘escândalo’ à vista no Bernabéu!

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