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Encarnados esmagaram a Juventus; falharam o 5-1 e, três minutos depois, só venciam por... 4-3
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Terminou com o coração nas mãos a noite em que a águia visitou o paraíso e recuperou sensações europeias que a memória só regista em tempos longínquos. Uma exibição de gala, perante adversário ilustre no contexto internacional, valeu aos encarnados manifestação de qualidade impressionante, traduzida no marcador até determinado ponto. Olhando para todo o jogo, o Benfica deve a si próprio uma goleada com impacto mundial, transformada numa vitória sofrida e posta em causa até ao minuto final. Havia 76 minutos do jogo quando João Mário colocou a bola no pé esquerdo de Rafa; a estrela da noite, já com o guarda-redes fora do lance, isto é, com a baliza aberta, rematou por cima. O que sucederia se, a 14 minutos do fim, a equipa de Roger Schmidt tivesse feito, como devia, o 5-1? Nunca o saberemos. Para sempre ficará a reação italiana; o golo no minuto seguinte e outro três minutos depois; e a mudança dos papéis entre uma equipa que se preparava para a apoteose (o Benfica) e outra que estava perdida e entregue à goleada (a Juventus).
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