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Os dois craques estão, pela primeira vez, ambos fora dos quartos-de-final da Liga dos Campeões, um sinal de que o declínio das lendas se pode ter iniciado
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O futebol é feito de lendas e um jogador só costuma entrar nessa categoria quando termina a carreira e se nota a ausência dos relvados. Há exceções ao caso. E elas são, nos tempos modernos, os astros de Portugal e Argentina, da Juventus e do Barcelona, respetivamente, Cristiano Ronaldo e Lionel Messi, de 36 e 33 anos, que pelas conquistas coletivas e individuais, pelos registos de vitórias, golos e assistências, pelos toques de magia dentro das quatro linhas, são já considerados os dois melhores jogadores de sempre. É por isso que o afastamento de ambos dos quartos-de-final da Liga dos Campeões deixou a prova milionária mais pobre, mas não só. O próprio desporto-rei sentiu o abalo do que parece ser o virar de uma nova página da história.
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