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Um golo logo a abrir deu ainda mais ânimo a um Liverpool pressionante e de olhos na baliza de Ter Stegen, e a noite de pesadelo dos catalães tornou-se um sonho para os anfitriões
Com o triunfo por 3-0 em Camp Nou, o Barcelona parecia ter já um pé na final da Champions mas o Liverpool arrasou em Anfield (4-0). No rescaldo dessa noite fantástica foram muitos elogios à equipa inglesa e a Klopp como foi o caso de José Mourinho.
"A vitória é de Klopp. Não é como os técnicos que choram por baixas ou por fazerem muitos jogos", disse o treinador português (veja aqui o vídeo com as declarações).
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Em Anfield, o Barcelona fracassou a toda a linha. Um golo logo a abrir deu ainda mais ânimo a um Liverpool pressionante e de olhos na baliza de Ter Stegen, e a noite de pesadelo dos catalães tornou-se um sonho para os anfitriões, que assinaram uma reviravolta épica graças a dois protagonistas improváveis: Origi e Wijnaldum, que bisaram.
Valverde apostou no mesmo onze da 1ª mão - poupado no fim de semana com o Celta -, enquanto Klopp não contou com Salah, Keita e Firmino (todos lesionados), além de a equipa se apresentar com maior desgaste pois sete dos titulares de ontem foram-no também no sábado, em Newcastle. Mas um erro de Jordi Alba, a colocar a bola nos pés de Mané, acabou com Origi a bater Ter Stegen logo aos 7’. Depois, o Barça até reagiu bem, sempre com Messi a assumir as despesas, mas seja pelo desacerto do argentino ou pelas intervenções de Alisson, o empate não apareceu - e os culé tiveram pelo menos uma mão-cheia de boas oportunidades na primeira parte. Após o intervalo, Robertson saiu por lesão e Klopp lança Wijnaldum, que se revelou fundamental. Já depois de Van Dijk ter ameaçado de calcanhar (Ter Stegen defendeu aos 50’), o médio holandês concluiu um centro de Alexander-Arnold, após mais uma perda de bola displicente dos visitantes. E pior ficou para o Barça dois minutos volvidos, aos 56’, quando o mesmo Wijnaldum cabeceou diante dos apáticos centrais Piqué e Lenglet para igualar a eliminatória.
Até que, aos 79’, mais uma desconcentração forasteira (esta digna de ficar na história) permitiu a Origi garantir o apuramento - o belga estreou-se a marcar na Champions e logo com um bis –, a passe de Alexander-Arnold, num pontapé de canto que surpreendeu os rivais. Assim, o Liverpool repete a final do ano passado, enquanto o Barcelona volta a fracassar – em 2017/18 caiu nos ‘quartos’ depois de vencer a Roma por 4-1 na 1ª mão (perdeu por 3-0 em Itália).
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